Presidente Lula. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um cenário de polarização entre os brasileiros, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 10 de janeiro, pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg.
O levantamento revelou que 44,6% da população considera o governo Lula como ruim ou péssima, enquanto 40,8% a avaliam como ótima ou boa. Outros 13,3% classificam o governo como regular, e 1,3% não soube opinar.
A pesquisa faz parte de um estudo mais amplo, denominado Latam Pulse, que busca avaliar a percepção pública em cinco países da América Latina.
No Brasil, os dados foram coletados entre 26 e 31 de dezembro, utilizando recrutamento digital aleatório e atingindo 2.873 pessoas.
O índice de confiança é de 95%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O presidente Lula lidera a corrida eleitoral para a Presidência da República com 33,7% das intenções de voto, de acordo com levantamento da Simplex Consultoria. Em segundo lugar está o cantor sertanejo Gusttavo Lima, que registra 20,7%, seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 16,1%. Tarcísio e Gusttavo Lima estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.
O influencer e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, aparece com 8,4% das intenções de voto. Já os eleitores indecisos, votos brancos e nulos somam 21,1%, indicando um cenário ainda indefinido para parte significativa do eleitorado.
A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de janeiro, com 1.000 entrevistas telefônicas automatizadas em todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, e o nível de confiança do levantamento é de 95%.
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A declaração inicial ocorreu após Casagrande questionar entrevistas do senador focadas em futebol, mesmo o ex-jogador ocupando uma cadeira no Senado.
A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência.
Para o deputado, a decisão é resultado de um amplo diálogo com lideranças da sigla.
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