O senador se manifestou em suas redes sociais sobre a operação da Polícia Federal que prendeu integrantes de uma organização criminosa acusada de planejar as mortes de Lula, Alckmin e Moraes.
Senador Flávio Bolsonaro. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Nesta terça-feira, 19 de novembro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou em suas redes sociais sobre a operação da Polícia Federal (PF) que prendeu integrantes de uma organização criminosa acusada de planejar as mortes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
“Quer dizer que, segundo a imprensa, um grupo de cinco pessoas tinha um plano para matar autoridades e, na sequência, eles criariam um ‘gabinete de crise’ integrado por eles mesmos para dar ordens ao Brasil e todos cumpririam”, questionou o senador.
Entre os militares que foram presos hoje está o general reserva Mario Fernandes, ex-assessor da Presidência de Jair Bolsonaro (PL), e integrante dos "kids pretos"- unidade das Forças Especiais (FE) do Exército.
“Por mais que seja repugnante pensar em matar alguém, isso não é crime. E para haver uma tentativa é preciso que sua execução seja interrompida por alguma situação alheia à vontade dos agentes. O que não parece ter ocorrido”, escreveu Flávio.
O grupo, que foi preso hoje, planejou matar o presidente Lula com veneno, em dezembro de 2022 e usar artefato explosivo para matar Moraes.
“Decisões judiciais sem amparo legal são repugnantes e antidemocráticas”, concluiu Flávio.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 19 de novembro, uma operação para desarticular organização criminosa responsável por planejar um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o pleito de 2022. O plano incluía o assassinato de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, além da prisão e execução do ministro Alexandre de Moraes (STF).
"Foi identificada a existência de um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, voltado ao homicídio dos candidatos à Presidência e Vice-Presidência da República eleitos", diz a corporação.
Os criminosos também planejavam restringir o livre exercício do Poder Judiciário.
“Ainda estavam nos planos a prisão e a execução de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que vinha sendo monitorado continuamente, caso o golpe de Estado fosse consumado”, destacou a PF.
Em operação deflagrada em fevereiro, a PF já investigava um grupo que atuou na tentativa de golpe de Estado e que monitorava o ministro Moraes.
“O planejamento elaborado pelos investigados detalhava os recursos humanos e bélicos necessários para o desencadeamento das ações, com uso de técnicas operacionais militares avançadas, além de posterior instituição de um ‘gabinete institucional de gestão de crise’, a ser integrado pelos próprios investigados para o gerenciamento de conflitos institucionais originados em decorrência das ações".
A Operação Contragolpe já cumpriu cinco mandados de prisão preventiva, e cumpre ainda três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas, que incluem a proibição de manter contato com demais investigados; a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 (vinte e quatro) horas; e a suspensão do exercício de funções públicas.
O Exército Brasileiro acompanhou o cumprimento dos mandados, que estão sendo efetivados nos estados do Rio de Janeiro, de Goiás e do Amazonas, além do Distrito Federal.
“As investigações apontam que a organização criminosa se utilizou de elevado nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022. Os investigados são, em sua maioria, militares com formação em forças especiais”, destacou a PF em nota.
Os fatos investigados, segundo a corporação, configuram crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.
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