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PCO cobra R$ 460 em FESTA do ano novo com CHAMPANHE e defesa do HAMAS

A programação do jantar inclui ceia, queima de fogos e um sorteio de prêmios para os presentes.  

Ricardo Lélis

31 de dezembro de 2024 às 20:24   - Atualizado às 20:24

Protesto do PCO

Protesto do PCO Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O Partido da Causa Operária (PCO) anunciou a realização de um evento de Réveillon para seus filiados e apoiadores.

A celebração, que terá entrada no valor de R$ 460 por pessoa, contará com um jantar especial, que inclui entradas, ceia completa, sobremesas sofisticadas e bebidas como champanhe.  

O evento será animado pela banda de rock Revolução Permanente, composta por militantes do partido de extrema-esquerda.

O grupo apresentará canções próprias e versões adaptadas, incluindo uma interpretação brasileira da música "Rossa Palestina", que homenageia o grupo Hamas.  

Além da música, a programação do jantar inclui ceia, queima de fogos e um sorteio de prêmios para os presentes.  

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Apesar da proposta de defesa das causas operárias, o menu do evento é luxuoso. Serão servidos grissinis, risoto de funghi, tornedor e escalope de filé ao molho roquefort. Para a sobremesa, os convidados poderão degustar torta de chocolate amargo, cheesecake e bombons finos.

PCO exalta líder do Hamas

Um dia após a confirmação da morte de Yahya Sinwar, líder do Hamas, o partido brasileiro de extrema-esquerda PCO o exaltou como um “herói” em suas redes sociais, glorificando o terrorismo.

O partido afirmou:

“O Hamas confirmou a morte de Iahia al-Sinuar, o herói do Dilúvio de al-Aqsa. Glória para os mártires!” e acrescentou que seu “martírio” não enfraquecerá a resistência palestina.

O PCO também compartilhou uma charge em que Sinwar é retratado sendo atingido por flechas enquanto segura a bandeira da Palestina com as mãos ensanguentadas. Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, o partido intensificou sua participação em eventos pró-Hamas.

O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, já se reuniu com líderes do Hamas e defende o terrorismo como um “método de luta”.

No entanto, terrorismo é considerado crime no Brasil, conforme a lei 13.260, aprovada em 2016, que tipifica atos terroristas e os define como práticas que provocam terror social e colocam em risco a segurança pública.

Sinwar, que liderou o ataque de 7 de outubro de 2023, resultando em 1.200 mortes e 251 reféns, é visto pelo PCO como um ícone de resistência, apesar de seu histórico de violência e terror.

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