Pastora e pré-candidata do PL Renata Vieira diz que agressão a entregador foi "cilada de Satanás" Foto: Reprodução / Redes sociais
Dias após agredir um entregador, a pastora e pré-candidata a deputada estadual Renata Vieira (PL) voltou às redes sociais para apresentar uma série de novas justificativas para o episódio ocorrido em Contagem, na Grande BH.
Sem detalhar o que teria motivado o desentendimento inicial, a religiosa atribuiu a confusão a uma "astuta cilada de Satanás" e alegou, sem apresentar documentos até o momento, que teria sido vítima de uma armação.
Em meio à pressão pública, Renata afirmou estar com o "coração mais leve" ao anunciar que acionou o Ministério Público, deslocando o foco do confronto na rua para uma suposta onda de "crimes e ameaças cibernéticas" que alega estar sofrendo ao lado da família.
A narrativa da pré-candidata ganhou ainda contornos mais complexos quando ela mudou a versão sobre a identidade da outra pessoa envolvida na briga.
Sem explicar como teria ocorrido a troca, a pastora sustentou em vídeo que o homem no local não era um trabalhador encarregado da entrega do móvel, mas sim um policial rodoviário federal infiltrado que teria assumido o lugar do entregador original.
O episódio ocorreu no último dia 16 de julho, durante o desembarque de um sofá na residência da religiosa. Enquanto fontes ligadas ao prestador de serviço afirmam que o desentendimento começou por questões operacionais da entrega, a pré-candidata sustenta ter sido provocada por motivações políticas.
Gravações gravadas por testemunhas mostram o momento em que a pastora avança contra o homem, joga uma pedra e entra em confronto físico direto em via pública.
Após o ocorrido, Renata fez exames de corpo de delito para comprovar marcas pelo corpo e chegou a reconhecer publicamente ter se excedido na reação, mantendo a tese de que agiu para se defender. A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando as circunstâncias do caso e analisando as imagens gravadas no local.
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O deputado federal mantém publicamente a posição de que segue na disputa.
Na pergunta espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, 14% citaram algum nome para deputado estadual.
A decisão também ordenou que o Instagram informe quem é o responsável pela página, para que esta pessoa se apresente à justiça.
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