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Pastor Júnior Tércio critica Lula por veto à compra de livros escolares: 'Prefere gastar com festa'

Em publicação nas redes sociais, o deputado estadual classificou a situação como "vergonhosa" e questionou as prioridades do governo federal.

Fernanda Diniz

25 de julho de 2025 às 18:39   - Atualizado às 18:59

Pastor Júnior Tércio e Lula

Pastor Júnior Tércio e Lula Fotos: Alepe/Divulgação e Marcelo Camargo/Agência Brasil

O deputado estadual de Pernambuco Pastor Júnior Tércio (PP) criticou por meio das suas redes sociais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o veto à compra de livros didáticos para escolas públicas, alegando falta de recursos. Em publicação nas redes sociais, Tércio classificou a situação como “vergonhosa” e questionou as prioridades do governo federal.

“Lula vetou a compra de livros nas escolas alegando falta de verba. Mas o cartão corporativo segue bombando, e os shows milionários continuam. O futuro do Brasil sendo cancelado por um governo que prefere gastar com festa, avião e propaganda”, escreveu o parlamentar.

O parlamentar também afirmou que a educação estaria sendo tratada de forma ideológica pelo governo.

A declaração de Júnior Tércio ocorre em meio a discussões sobre cortes orçamentários no Ministério da Educação. Segundo dados oficiais, a verba atual destinada ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) pode não ser suficiente para atender todas as escolas em 2025.

Pastor Júnior Tércio defende urgência da Lei Anti-Oruam 

Após a prisão do cantor Oruam, na terça-feira, 22 de julho, no Rio de Janeiro, o deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) voltou a cobrar a aprovação, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), da chamada Lei Anti-Oruam.

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Investigado por envolvimento com facções criminosas, o artista ganhou notoriedade por músicas que romantizam o tráfico de drogas e a violência, muitas vezes apresentadas em shows custeados com dinheiro público.

O episódio reacende o debate sobre o tipo de conteúdo financiado com dinheiro público e reforça a importância do Projeto de Lei 2589/2025, de autoria do parlamentar. A proposta veda o uso de recursos públicos para apoiar eventos voltados ao público infantojuvenil que promovam o crime organizado ou incentivem o consumo de drogas ilícitas.

Atualmente em tramitação na Alepe, o projeto surge como uma reação direta à crescente normalização da criminalidade no cenário cultural.

“O que estamos vendo é a confirmação de uma realidade que já vínhamos denunciando. Muitos desses artistas não apenas cantam sobre o crime, eles fazem parte dele. A prisão de Oruam mostra o quanto é urgente impedir esse tipo de influência sobre a juventude”, afirmou Pastor Júnior Tércio.

O deputado também ressaltou a necessidade de responsabilidade no fomento cultural.

“A cultura e a arte têm um papel essencial na formação de valores. São ferramentas poderosas de transformação. Mas não podemos fechar os olhos para manifestações que glorificam o crime e colocam em risco o desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes.”

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