Lula e Rodrigo Pacheco. Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse a jornalistas nesta quinta-feira, 23 de outubro, que a escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do nome que substituirá Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF) será "evidentemente", por ele e por todos, "respeitada como uma decisão do presidente da República".
"É muito importante que se aguarde a decisão do presidente, de modo que fica muito difícil comentar a respeito disso. Há uma prerrogativa do presidente de indicação, um papel do Senado na avaliação, e é muito importante que as etapas sejam cumpridas sempre com espírito público, republicanismo, de modo que não há que se precipitar com relação a isso", disse.
Na semana anterior, Pacheco disse sentir-se "honrado" e "contente" por ser cogitado para o Supremo. Também elogiou outros nomes cotados, como o advogado-geral da União Jorge Messias, favorito de Lula para a vaga, e o ministro do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas, também considerado.
"(Messias) é um bom nome. Tive uma boa relação com ele, é muito bem preparado, presta um bom serviço também para a Advocacia Geral da União. Só tenho elogios a fazer ao ministro Jorge Messias, assim como ao ministro Bruno Dantas", declarou na ocasião.
O senador também é apontado como opção de Lula para o governo de Minas Gerais, mas ainda não confirmou se concorrerá nas eleições de 2026.
Nesta quinta, ele afirmou que "o campo democrático haverá de se reorganizar" até o fim do ano "para apresentar bons nomes para o governo, para o Senado e chapas de deputados federais" no Estado
"Da forma como está, não está bom. É preciso melhorar, Minas tem que retomar o papel de protagonismo nacional", disse Pacheco.
Estadão Conteúdo
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Dentro da estrutura da administração federal, o Poder Executivo registra a maior parte dos gastos. Sob responsabilidade direta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A declaração ocorreu durante o evento em que o candidatoa presidente oficializou o deputado Alfredo Gaspar como vice na sua chapa.
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
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