O ato reuniu apoiadores vestidos de verde e amarelo pelas ruas do município, demonstrando a força do campo conservador numa das cidades mais importantes para a direita em Pernambuco.
21 de setembro de 2026 às 23:29 - Atualizado às 23:37
Vice de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, faz carreata em Santa Cruz do Capibaribe. Foto: Divulgação
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) esteve presente na carreata realizada em Santa Cruz do Capibaribe ao lado de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, e do candidato ao Senado Mendonça Filho.
O ato reuniu apoiadores vestidos de verde e amarelo pelas ruas do município, demonstrando a força do campo conservador numa das cidades mais importantes para a direita em Pernambuco. Em 2022, Jair Bolsonaro recebeu 26.632 votos em Santa Cruz do Capibaribe, o equivalente a 52,12% dos votos válidos no segundo turno, a única cidade pernambucana onde Bolsonaro venceu Lula.
A presença de Feitosa reforça a articulação do PL no interior do estado e o compromisso do deputado em percorrer todas as regiões de Pernambuco em defesa do projeto conservador para 2026.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa foi a um supermercado no Recife para mostrar de perto a realidade dos preços para a população pernambucana. Acompanhado de consumidoras, o parlamentar percorreu os corredores e foi registrando o aumento dos produtos básicos na comparação com o governo anterior.
As clientes não pouparam críticas. Uma das senhoras segurou um pacote de mortadela e disparou:
"Essa aqui foi a picanha que Lula prometeu." Outra relatou o impacto no bolso: feijão que custava R$ 6,00 agora está R$ 8,99; macarrão subiu de R$ 1,75 para R$ 2,99; café beirando os R$ 20,00; sabão que era R$ 1,75 agora custa R$ 9,90.
O parlamentar também destacou o peso dos impostos na conta do consumidor.
"Dona Josiane e Dona Rosa, R$ 330,00 aqui. A senhora tá pagando R$ 180,00 em impostos. Lula, R$ 180,00 que você poderia usar para comprar comida, vai para viagens, shows de R$ 1,5 milhão pela Lei Rouanet", criticou Feitosa, que também questionou o sigilo de 100 anos imposto pelo governo federal a determinados documentos.
O deputado lembrou ainda que o Bolsa Família, que era R$ 190,00 antes do governo Bolsonaro, foi ampliado para R$ 600,00 durante a gestão anterior e que o governo Lula não fez novos reajustes desde então.
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