Ministro Dias Toffoli e a juíza Renata Gil. (Foto: Chico Batata / TJAM)
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, nomeu a juíza Renata Gil Alcântara para comandar a recém-criada Diretoria de Assuntos Internacionais.
A designação foi oficializada por meio de portaria publicada na última quarta-feira (27).
A nova estrutura foi criada durante uma reforma administrativa promovida pelo tribunal e passa a substituir a antiga Assessoria de Assuntos Internacionais, que foi extinta. A diretoria terá a missão de ampliar a presença do TSE junto a organismos e instituições estrangeiras.
Renata Gil será responsável por representar a Justiça Eleitoral brasileira em fóruns internacionais, acompanhar missões de observação eleitoral e divulgar no exterior o sistema eletrônico de votação adotado no Brasil.
A magistrada mantém relacionamento com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que retornou ao posto de membro titular do TSE em maio deste ano.
Ao comentar a nomeação nas redes sociais, Renata afirmou ter recebido o convite com “honra e responsabilidade” e ressaltou o papel da Justiça Eleitoral brasileira no cenário internacional. Ela também destacou a relevância da participação feminina em cargos de liderança.
"A missão também reforça a importância da presença feminina em espaços de decisão. Mulheres devem ser reconhecidas por sua competência, trajetória e pelo trabalho que constroem todos os dias", afirmou.
Com a mudança, a juíza deixa o cargo de assessora da Presidência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), atualmente ocupada pelo desembargador Ricardo Couto, governador interino do estado.
Ex-integrante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Renata teve seu nome aprovado pelo Senado em 2023 para compor o órgão de controle do Judiciário.
Durante o mandato, que se encerrou em 2025, exerceu a função de ouvidora nacional da mulher e coordenou ações voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres no sistema de Justiça.
1
3
4
00:02, 13 Out
27
°c
Fonte: OpenWeather
Operador de produção apresentou 88 atestados em 2025; empresa usou fotos de eventos religiosos para comprovar atividades durante as licenças.
A norma reduziu a validade dos registros de dez para três anos, no caso de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, e para cinco anos, nas demais hipóteses.
Mesárias, mesários e fiscais de partido também são abrangidos pelas regras do Código Eleitoral.
mais notícias
+