A decisão do ministro foi tomada após o partido solicitar a desfiliação do senador do Missão. O caso está sendo investigado pelo TSE.
No entendimento do presidente do TSE, a medida pretende reconhecer o trabalho dos institutos com "maior grau de aderência aos resultados oficiais".
O ministro, presidente do TSE, concluiu que os autores da ação não têm legitimidade para propor a representação perante o Tribunal.
Nunes Marques entendeu que há "suspeitas de indução ao eleitor" nas perguntas formuladas pelo instituto.
O presidente do Supremo Tribunal Federal disse que a questão deveria ser levantada cinco dias após a escolha do relator.
O órgão terá a missão de ampliar a presença do Tribunal junto a organismos e instituições estrangeiras.
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