Nikolas Ferreira e Bolsonaro. Foto: Reprodução
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou suas redes sociais nesta terça-feira, 2 de setembro, para comentar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em uma publicação em que aparece ao lado de Bolsonaro, ambos vestindo camisas do Brasil, Nikolas escreveu:
“Hoje começa o teatro. Já sabemos da sua condenação, porque a perseguição é implacável. Mas permaneceremos de pé. Ainda não acabou”.
Além de Bolsonaro, outros seis integrantes de seu governo também começam a ser julgados pela Primeira Turma do STF. São eles:
O julgamento de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser adiado por até 90 dias caso algum ministro da Primeira Turma peça vista do processo, medida regimental que suspende temporariamente a análise da ação.
Além disso, há expectativa nos bastidores de que o ministro Luiz Fux possa apresentar divergência parcial em seu voto, o que poderia abrir caminho para a apresentação de embargos infringentes. Esse tipo de recurso tem potencial para levar o caso ao Plenário, adiar os efeitos de uma eventual condenação e reabrir a discussão sobre o mérito.
Mesmo reconhecendo a chance elevada de condenação, defesas ouvidas pela imprensa acreditam que Fux pode divergir na dosimetria da pena ou na tipificação de alguns crimes, como já ocorreu em outros julgamentos relacionados ao 8 de janeiro.
A viabilidade dos embargos infringentes, no entanto, ainda é tema de debate no STF, já que não há precedentes claros nem consenso sobre o número de votos divergentes necessários para admitir o recurso.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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