Nikolas Ferreira é ameaçado de morte Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) foi alvo de uma ameaça de morte na noite da quarta-feira, 10 de setembro, após comentar em rede social o assassinato do líder conservador Charlie Kirk, que foi baleado durante evento em uma universidade nos EUA.
"Nikolas eu vou te matar a tiros", escreveu o perfil, que foi privado logo em seguida diante da repercussão.
O parlamentar respondeu a publicação criticando militantes de esquerda e afirmou que acionou a Justiça para tomar medidas no caso.
"A esquerda forma assassinos, imorais e sem alma. Estudantes que querem matar ou concordam em matar seus opositores políticos. Já mobilizei todos os instrumentos jurídicos e de segurança contra eles. Se querem guerra, conseguiram", escreveu.
Charlie Kirk, CEO e cofundador da organização conservadora de jovens Turning Point USA, foi morto na quarta (10), após ser baleado em um evento universitário.
Vídeos publicados nas redes sociais pela Utah Valley University mostram Kirk falando ao microfone, sentado sob uma tenda branca com os slogans "The American Comeback" e "Prove Me Wrong". Um disparo é ouvido e ele leva a mão direita ao pescoço, de onde jorra muito sangue. Espectadores atônitos gritam antes de começar a correr.
O diretor do Federal Bureau of Investigation (FBI), Kash Patel, disse que o suspeito do tiroteio que matou o influenciador está mantido sob custódia.
"Agradecemos às autoridades locais e estaduais de Utah pela parceria com o FBI. Forneceremos atualizações assim que possível" disse Patel em publicação no X.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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