Neta de Lula rebate críticas após dizer que Brasil foi escravizado pelos EUA: 'Foi má interpretação'. Foto: Reprodução/Redes Sociais
A neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bia Lula, em entrevista ao site Metrópoles, nesta sexta-feira, 25 de julho, esclareceu o motivo de ter entrado na briga contra as tarifas impostas ao Brasil por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (EUA).
Na última terça-feira (22), Bia publicou um vídeo nas suas redes sociais afirmando que Trump quer controlar o Brasil e na oportunidade aproveitou para fazer duras críticas ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL).
"Sou comunicadora de formação. Já trabalho com isso, mas sempre nos bastidores. Nunca quis dar minha cara a tapa por ser uma coisa delicada. Mas, com esse alvoroço e informação que muitas pessoas não entendem, resolvi fazer algo mais direto e reto. Usando estratégias comuns entre esse meio", afirmou à coluna de Igor Gadelha, jornalista do Metrópoles.
O vídeo da neta de Lula surpreendeu aliados, petistas e opositores, já que raramente aparecia em conteúdos políticos. Entretanto, negou a intenção de disputar as eleições de 2026, lembrando que, por ser neta do presidente, está impedida de concorrer.
"Por agora eu nem posso entrar na política, né?! Meu avô é chefe de Estado e, por lei, parentes de até 3ª grau não podem concorrer a cargos públicos. E, mesmo que pudesse, acredito que ainda tenho muito o que aprender para assumir tamanha responsabilidade", contou.
No conteúdo da publicação, ela afirma que o Brasil foi "escravizado, explorado e mantido de joelhos" pelos Estados Unidos "por 500 anos", o que gerou críticas da oposição, que apontou um erro histórico, já que os EUA só se tornaram independentes em 1776.
Diante da polêmica, Bia esclareceu que sua fala foi mal interpretada.
"Quis dizer que por mais de 500 anos fomos escravizados pelo imperialismo. Na verdade, foi uma questão tanto de duplo entendimento, como também de má interpretação e talvez até falta de conhecimento da nossa história", explicou.
A comunicadora também destacou que todo o vídeo foi uma iniciativa pessoal, sem qualquer envolvimento do governo federal ou da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).
"Tudo foi pensado, idealizado, realizado por via própria, sem pedido ou orientação de ninguém. O governo federal não tem absolutamente nada a ver com isso. Não pedi opinião de ninguém ligado ao público, não avisei que estaria produzindo esse conteúdo, não comuniquei nada a ninguém. Foi tudo por conta própria mesmo", afirmou.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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