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Movimento evangélico se solidariza com Marina Silva após ataque sofrido no Senado

O MEP também enalteceu a trajetória da ministra, que já foi senadora por 16 anos, e reforçou a importância dela na defesa do meio ambiente brasileiro.

Jameson Ramos

28 de maio de 2025 às 12:13   - Atualizado às 12:13

Ministra Marina Silva durante sessão no Senado.

Ministra Marina Silva durante sessão no Senado. Foto: Divulgação/Agência Senado.

O Movimento Evangélico Progressista (MEP) se solidarizou, nesta quarta-feira, 28 de maio, com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), após ela ser desrespeitada por senadores durante reunião da Comissão de Infraestrutura do Senado.

Em nota pública, o MEP repudiou a atitude dos parlamentares e classificou o comportamento contra a ministra como "misógino e racista". 

"Repudiamos totalmente o comportamento misógino, machista, racista e nada republicano por parte de alguns senadores que armaram, literalmente, uma armadilha para a ministra. O desrespeito que se estampa diretamente contra a ministra também o é contra o povo brasileiro, movido por interesses escusos, explora à exploração da terra e do meio ambiente em geral", diz um trecho da nota.

O movimento também enalteceu a trajetória de Marina Silva, que é evangélica, e reforçou a importância da ministra na defesa do meio ambiente.

Entenda

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Na terça-feira, 27 de maio, durante uma sessão Comissão de Infraestrutura, os senadores Marcos Rogério (PL-RO), Omar Aziz (PSD-AM) e Plínio Valério (PSDB-AM) foram desrespeitosos com a ministra. 

O momento mais tenso foi quando Plínio Valério afirmou que era preciso separar "a mulher da ministra". O parlamentar deixou claro que respeitaria a mulher, mas não a ministra. 

Durante um outro momento, o senador Marcos Rogério mandou Marina "se por em seu lugar". Após os desentendimentos e bate-boca, a ministra abandonou a sessão.

Repercussão

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) se solidarizou com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), após confusão com o senador Marcos Rogério (PL). Por meio de uma publicação nas redes sociais, a psolista afirmou que a ministra foi vítima da violência “política e de gênero”.

“O que aconteceu hoje no Senado é inaceitável. A ministra Marina Silva foi alvo de violência política de gênero, teve o microfone cortado, foi interrompida e ofendida por senadores que queriam pressioná-la a flexibilizar o licenciamento ambiental. Toda minha solidariedade à ministra Marina”, escreveu Sâmia Bomfim no X.

A deputada federal Benedita da Silva (PT) também manifestou o seu apoio à ministra por meio das redes sociais. 

“Manifesto o meu total apoio e solidariedade à ministra Marina Silva que, durante audiência no Senado Federal, foi desrespeitada no exercício de suas atividades. Nenhuma mulher deve ser silenciada, intimidada ou atacada. A política é um ambiente de diálogo, respeito e igualdade”, afirmou a petista.

O senador Humberto Costa também se posicionou: “Marina, Gigante. A ministra Marina Silva enfrentou hoje todo o tipo de violência política e de gênero na Câmara dos Deputados. Foi atacada por horas, mas não se sujeitou aos que tentaram lhe desacatar. Toda a nossa solidariedade à ministra”.

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