Jair Bolsonaro ao lado de Mourão. Foto: Bruno Batista /VPR
Nesta sexta-feira, 23 de maio, o ex-vice-presidente da República e atual senador, Hamilton Mourão, prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou abatido após perder as eleições de 2022, mas destacou que, apesar disso, não ouviu de Bolsonaro qualquer menção a uma “ruptura do status quo”.
Mourão relatou que tentou conversar com Bolsonaro ainda na noite em que Luiz Inácio Lula da Silva venceu o pleito, mas que o ex-presidente não estava bem emocionalmente.
“Tentei conversar com o presidente na noite da eleição, mas ele ainda estava abatido. No dia seguinte, estivemos reunidos no Planalto para discutir a situação de transição. Tive alguns encontros com Bolsonaro e posteriormente na biblioteca do Alvorada”, afirmou.
Continuou:
“Em nenhum momento ele mencionou qualquer medida que mencionasse algum tipo de ruptura do status quo, em nenhuma medida. Nossas conversas eram todas para aquela fase de transição”, completou.
O senador foi ouvido como testemunha do ex-ministro general Augusto Heleno. Como também foi indicado pelos advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e do general Walter Braga Netto, Mourão poderá ser questionado por essas defesas.
Apesar de ter sido vice-presidente de Bolsonaro à época dos fatos, Mourão não foi citado na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
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Candidato do PT chegou ao local de votação acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e dos ex-ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.
A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.
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