O presidente da Câmaradisse que, na semana que vem, vai apreciar um projeto que muda a finalidade da arrecadação de impostos sobre as empresas de apostas esportivas.
Presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta. Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu o aumento da taxação das bets para melhorar os investimentos em segurança pública e disse que a medida deve encontrar amplo apoio na Câmara. As declarações ocorreram nesta sexta-feira, 31 de outubro, em entrevista à emissora GloboNews.
"Com relação ao aumento da taxação das bets para financiar a segurança pública, eu penso que é uma matéria que teria, em sendo votada, amplo apoio dentro da Câmara dos Deputados. Nós entendemos que falta dinheiro sim para a segurança", afirmou o parlamentar.
O presidente da Câmara acrescentou: "Isso só será possível se encontrarmos medidas que venham a ajudar nesse financiamento. E eu penso que essa é uma medida bastante inteligente para podermos aumentar os investimentos em segurança pública neste País."
Motta disse que, na semana que vem, a Câmara quer apreciar um projeto que muda a finalidade da arrecadação de impostos sobre as bets para destiná-la à segurança.
Além disso, o parlamentar afirmou que os líderes também devem discutir um cronograma para a tramitação do projeto que endurece regras contra contribuintes considerados devedores contumazes. A matéria tramita sob regime de urgência desde a quinta-feira, 30. O presidente da Câmara disse que a proposta é "prioridade" na pauta da segurança.
Na entrevista, Motta defendeu "radicalizar" ações contra o crime organizado e mencionou a necessidade de sufocamento de operações financeiras de lavagem de dinheiro.
Em relação a equiparar crimes de facções criminosas a terrorismo, Motta ponderou: "Temos que fazer uma discussão sobre a soberania nacional. Temos que levar isso em consideração. Mas também não dá para achar que nós vamos enfrentar o crime organizado sem radicalizar", declarou.
Estadão Conteúdo
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A declaração ocorreu durante o evento em que o candidatoa presidente oficializou o deputado Alfredo Gaspar como vice na sua chapa.
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
Presidente criticou medidas dos Estados Unidos, defendeu o sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o país responderá a qualquer tentativa de ingerência externa.
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