Michelle Bolsonaro e Lula. Foto: Reprodução/Presidência da República e Fábio Rodrigues/Agência Brasil.
Durante um evento no Acre neste sábado, 12 de julho , a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou uma carta pública direcionada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No texto, Michelle faz críticas ao comportamento do atual chefe do Executivo diante da recente crise diplomática com os Estados Unidos e pede que o petista “baixe as armas da provocação” e adote uma postura mais conciliadora.
A manifestação da ex-primeiradama ocorre em meio à repercussão da medida anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump, que declarou a aplicação de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
O anúncio causou agitação no cenário político e econômico nacional, levantando preocupações sobre os impactos da decisão para setores produtivos e exportadores do país. Na carta lida publicamente por Michelle, ela faz apelos diretos a Lula.
“É hora de baixar as armas da provocação; cessar os tambores de ofensas e hastear a bandeira do diálogo e da paz”, escreveu. A ex-primeira-dama classificou a postura do presidente como motivada por um “desejo de vingança” e criticou o que chamou de “ideologias doentias”.
Com um tom de alerta, Michelle Bolsonaro pediu que Lula evite alimentar embates políticos e ideológicos que, segundo ela, podem comprometer a economia brasileira e afetar diretamente a população. Ela afirmou que “chega de ódio e de irresponsabilidade” e apelou para que o presidente busque o bem comum ao governar.
“É tempo de assumir os erros, de se arrepender, de pensar no povo e tentar salvar o que ainda é possível salvar para o bem do país inteiro”, disse Michelle.
A ex-primeira-dama também afirmou que a imagem internacional do Brasil está sendo manchada.
“O Brasil está sendo visto como uma ditadura disfarçada de democracia”, apontou a ex-primeira-dama.
Ela também sugeriu que a retaliação anunciada por Trump coloca o país em uma posição semelhante à de nações como Cuba e Venezuela, que já enfrentaram sanções internacionais por motivos políticos.
Ainda neste sábado, Lula respondeu às pressões e manifestações nas redes sociais. Em uma publicação, o presidente afirmou que o governo brasileiro vai agir para proteger a economia e o povo diante da medida adotada pelos Estados Unidos.
“A Justiça brasileira precisa ser respeitada. Somos um país grande, soberano, e de tradições diplomáticas históricas com todos os países”, declarou.
Lula também disse que o Brasil adotará as “medidas necessárias” para proteger os setores produtivos nacionais e garantir a estabilidade econômica frente ao que chamou de “ataque injustificado”. Na sexta-feira, 11 de julho, Trump afirmou que pretende conversar com Lula, mas deixou claro que esse diálogo “não será agora”.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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