Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva e presidente eleito, Donald Trump. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na quarta-feira, 6 de novembro durante entrevista com jornalistas no Palácio do Planalto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o mundo vai ter que trabalhar para que não haja retrocesso na área ambiental. As declarações da ministra acontece após vitória de Trump nas eleições do Estados Unidos.
No entanto, a ministra questionou se os demais países terão que “trabalhar dobrado” caso o novo governo americano não queira “fazer sua parte”.
"Vocês viram o que está significando agora, nós termos que trabalhar pelos nossos quatro anos [de mandato] e pelos quatro anos de um governo que abandonou as políticas de enfrentamento à mudança do clima [...] Os demais países, obviamente, vão ter que trabalhar dobrado por um país que não quer, suponhamos que não queira fazer a sua parte?", questionou.
De acordo com Marina, mesmo durante o primeiro mandato de Trump, os esforços globais avançaram de forma significativa. E destacou que, em razão do sistema político dos Estados Unidos, governo locais podem agir mesmo sem esforços federais.
"Inclusive porque nos EUA os estados são independentes, e muitos estados podem fazer o enfrentamento à mudança climática independentemente do governo federal. É claro que é melhor quando se tem um alinhamento interno, como temos aqui no Brasil", comparou.
A ministra ainda comentou que não podem mais esperar ou adiar para tomar decisões.
"Estamos vivendo uma situação limiar. Não há mais espaço para protelar absolutamente nada com tudo que está acontecendo, e o segundo maior emissor do mundo tem responsabilidades muitos grandes no enfrentamento à emissão de CO2", disse Marina.
Com informações do G1
3
4
13:10, 13 Fev
26
°c
Fonte: OpenWeather
O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
mais notícias
+