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Malafaia elogia Lula e critica Bolsonaro por deixar o país para não repassar faixa presidencial

"Um líder fica, paga o preço, vai para a cadeia ou não", disse o pastor.

Everthon Santos

20 de julho de 2025 às 11:52   - Atualizado às 11:52

Silas Malafaia, Bolsonaro e Lula.

Silas Malafaia, Bolsonaro e Lula. Foto¹: Agência Brasil; Foto²: Ricardo Stuckert/PR

Durante uma entrevista ao documentário Apocalipse nos Trópicos, da Netflix, o pastor Silas Malafaia fez declarações que chamaram atenção ao comentar a diferença de postura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), dois dos principais líderes políticos do país.

Malafaia elogiou a atitude de Lula após sua condenação e prisão, e aproveitou para fazer íticas ao ex-presidente Bolsonaro por ter saído do Brasil no fim do seu mandato.

O pastor, conhecido por sua ligação com a direita e por ser um dos principais apoiadores de Bolsonaro ao longo dos últimos anos, afirmou que não concordou com a decisão do ex-presidente de viajar para os Estados Unidos.

Bolsonaro deixou o país no fim de dezembro de 2022, pouco antes da posse de Lula, e não participou da cerimônia de transmissão da faixa presidencial.

“Eu não concordei que ele foi embora para a América. Um líder fica, paga o preço, vai para a cadeia ou não”, disse Malafaia.

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Em seguida, ele mencionou o caso de Lula como exemplo de alguém que enfrentou o processo judicial e permaneceu no Brasil. 

“Tá aí o Lula. Tudo estava indicando que ele ia para a cadeia. Ele fugiu? Não. Postura de um líder.”

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Condenação de Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, no dia 14 de julho, ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.

No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão. 

Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus: 

  • Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;
  • General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência - Abin;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;
  • Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações. 

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