Lula junto com todos os seus ministros. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Nesta sexta-feira, 31 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu exonerar dez ministros que também exercem mandatos no Congresso Nacional.
De acordo com a publicação no Diário Oficial da União, a medida é temporária e visa permitir que os ministros retornem ao Congresso para participar das eleições das mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que acontecem neste sábado (1). Após a votação, eles devem reassumir seus cargos nos ministérios já na segunda-feira (3).
Segundo informações, Lula fez o pedido aos ministros para fortalecer a influência do governo na provável eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara. No entanto, três ministros não participarão do pleito.
Renan Filho (Transportes) não foi exonerado devido a um compromisso familiar e, portanto, não votará. Além disso, Marina Silva (Meio Ambiente) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas) também não retornarão ao Legislativo. O Governo Federal optou por evitar constrangimentos, já que ambas teriam que votar contra a orientação de seus partidos ou do próprio governo.
Vale destacar que Marina Silva é filiada à Rede, e Sônia Guajajara ao PSOL. Recentemente, o PSOL, em federação com a Rede, lançou a candidatura do deputado Pastor Henrique Vieira (RJ) para a presidência da Câmara.
Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos);
Alexandre Padilha (Relações Institucionais);
Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária);
Juscelino Filho (Comunicações);
Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário);
Wellington Dias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome);
Camilo Santana (Educação);
André Fufuca (Esportes);
Luiz Marinho (Trabalho);
Celso Sabino (Turismo).
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