Luiz Inácio Lula da Silva e Emmanuel Macron. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta sexta-feira, 6 de junho, que quer o dinheiro "na mão do povo" e não sob o controle dos bancos.
Segundo Lula, esse tipo de economia gera empregos e tem retorno imediato. A declaração foi feita em discurso em Paris, na França.
"Eu quero o dinheiro na mão do povo, para que ele possa ter crédito. Dinheiro na mão das pequenas mulheres empreendedoras. Esse dinheiro gera empregos e tem um retorno imediato. Esse é o sucesso da economia brasileira", afirmou Lula.
Lula disse também que o Brasil "cresceu 3% nos últimos anos e vai continuar crescendo". De acordo com Lula, "poucos países" cresceram mais do que 3%. Ele disse que a "novidade" é que, desde que ele deixou a presidência da República em 2010, o Brasil não crescia 3%.
O presidente disse ainda que vai "tirar proveito" da amizade com o presidente da França, Emmanuel Macron, e vai fazer ligações semanais para cobrar a assinatura do acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Lula disse que vai voltar a Paris apenas quando isso for concretizado.
No discurso, o presidente brincou e disse que os franceses precisam conhecer a qualidade da carne brasileira.
"Eu, se fosse ministro da Agricultura, tinha convidado todos vocês para um churrasco", afirmou.
As declarações de Lula foram feitas na sessão de encerramento do Fórum Empresarial Brasil-França, em Paris. O petista cumpre agendas em território francês até a segunda-feira, 9.
Nesta sexta-feira, 6 de junho, o presidente Lula (PT) recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Paris 8, uma instituição pública em Saint Denis, município da região metropolitana da capital francesa.
Ele e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, foram recebidos por alunos, professores, autoridades e um coral de estudantes e funcionários que cantaram Pau de Arara, de Luiz Gonzaga, em português. A Universidade 8 é conhecida por receber minorias, estrangeiros e tem, no corpo discente, pós-graduandos indígenas do Brasil.
Estadão Conteúdo
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O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Indicado por Lula ao STF, o ministro foi sorteado relator desses novos processos sobre o filho do presidente.
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