Lula em Paris: 'Extrema direita não vai voltar a governar o Brasil'. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou neste sábado, 7 de junho, em Paris das eleições de 2026 e disse que a extrema direita não ganhará nas urnas no ano que vem.
"A extrema direita não voltará a governar esse País, sobretudo com discurso negacionista, mentiroso e muitas vezes até canalha", disse em coletiva à imprensa.
"Não vai ser a inteligência artificial, a fake news que vai fazer alguém ganhar aquela eleição", afirmou Lula.
Lula foi perguntado sobre como vê o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nas eleições do ano que vem, se sairia como candidato a governador de São Paulo, senador ou para presidente.
"Você acha que eu seria louco de responder isso agora, aqui em Paris?", questionou Lula.
"Para a construção de candidaturas é muito cedo, pelo menos do meu lado", disse Lula. "Quando chegar o ano que vem eu vou começar a discutir candidaturas. Não sei quem é melhor em que lugar, temos que fazer o mapeamento do Brasil, ver a realidade".
Ao lado do presidente francês Emmanuel Macron, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, 5 de maio, a democracia, o multilateralismo e o livre comércio.
"Não é possível destruir coisas que foram construídas com muita força depois da Segunda Guerra Mundial e tentar voltar o protecionismo, o unilateralismo e a fraqueza da democracia que estamos vendo no mundo hoje", disse Lula, durante discurso em Paris.
"Defender a democracia não é uma coisa pequena, é a coisa mais importante que a gente tem que fazer. (...) A União Europeia, quando construiu um Parlamento, um Banco Central, uma moeda, as comissões que representam, passa para mim uma espécie de patrimônio universal da democracia, e é isso que temos de garantir. Não podemos vacilar na defesa dessas coisas que são sagradas para a sobrevivência da humanidade", afirmou.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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