Lula fala sobre botijão de gás. Foto: Agência Brasil
Durante uma visita a Campo Verde, no Mato Grosso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a falar sobre o preço do botijão de gás.
Em discurso diante de moradores da zona rural, Lula protestou contra a diferença entre o valor que as empresas pagam pelo produto e o preço final cobrado da população.
Segundo o presidente, o botijão de gás liquefeito de petróleo (GLP) sai das refinarias da Petrobras por R$ 37. Ainda assim, chega à casa das famílias por valores que variam entre R$ 110 e R$ 130.
“Não tem explicação para isso. Alguém está ganhando muito dinheiro”, declarou Lula, em tom crítico. Ele questionou a lógica da cadeia de distribuição do produto, que considera injusta para os mais pobres.
Lula não apenas apontou o problema como também reafirmou uma promessa feita em fevereiro deste ano: garantir gás gratuito para as famílias mais vulneráveis do país.
Segundo ele, 22 milhões de brasileiros inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) devem ser beneficiados com a medida. O chefe do Executivo afirmou que o anúncio oficial do programa acontecerá ainda no mês de maio.
O presidente vinculou essa iniciativa ao compromisso de sua gestão com a redução da desigualdade social.
“O gás de cozinha tem que estar na cesta básica. A pessoa não pode escolher entre comer e cozinhar”, afirmou.
Lula defendeu que o Estado precisa assegurar condições básicas de vida para quem mais precisa, e o acesso ao gás faz parte disso.
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O ex-governador de Pernambuco afirmou que pode retomar as atividades na instituição após cumprir o período de quarentena previsto na legislação.
A fala do petista ocorre em meio a outras iniciativas que buscam atrair as mulheres. Uma delas é o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.
O deputado era casado com a parlamentar Fernanda Melchionna, que também pertence à mesma sigla.
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