De acordo com o Sindicato dos Professores do Cabo de Santo Agostinho (SINPC), o prefeito Lula Cabral ofereceu 3,5% de reajuste, o que está sendo considerado um desrespeito pela categoria.
Prefeito Lula Cabral e professores do Cabo em Greve. Foto: Montagem Portal/Divulgação
Os professores do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, irão completar uma semana de greve no município, sem conseguir negociar com o prefeito Lula Cabral (SD).
A categoria está em greve, por tempo indeterminado, desde o dia 10 de junho, após uma assembleia que decidiu pela paralisação em resposta à proposta de reajuste salarial considerada irrisória pela categoria.
De acordo com o Sindicato dos Professores do Cabo de Santo Agostinho (SINPC), o prefeito Lula Cabral ofereceu 3,5% de reajuste, o que está sendo considerado um desrespeito pela categoria.
O SINPC exige um reajuste baseado na Lei do Piso Salarial, que seria de 6,27%, e também visa a valorização da categoria e a melhoria das condições de trabalho nas escolas.
“Concluímos a primeira semana de greve com um saldo extremamente positivo. A cada dia, mais professores aderem à mobilização, fortalecendo nossa luta por direitos e valorização profissional”, destacou o sindicato.
“Mantemos nossa postura aberta ao diálogo e seguimos insistindo: prefeito Lula Cabral, é hora de abrir a mesa de negociações”, complementa.
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Após quase três décadas de luta, os professores da rede estadual de Pernambuco celebram uma conquista histórica: o Governo do Estado, sob a liderança da governadora Raquel Lyra, atendeu à reivindicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) e aprovou a alteração dos interstícios das faixas salariais, além do destravamento das progressões de desempenho. Essa medida representa um avanço significativo na valorização da carreira docente e no reconhecimento do trabalho dos educadores pernambucanos.
Uma das principais mudanças é o aumento dos percentuais de progressão salarial entre as faixas A e B, que passam de 1% para 1,5%, e entre as classes I e II, que vão de 2% para 2,5%. Essas alterações proporcionam uma mobilidade maior na carreira dos professores, permitindo que avancem mais rapidamente em suas faixas salariais. No entanto, as faixas C e D e as classes III e IV mantêm os interstícios atuais, sem alterações nos percentuais de progressão.
Outra conquista importante foi o destravamento das progressões de desempenho nas faixas salariais A, B, C e D e nas classes I, II, III e IV — contemplando não apenas professores, mas também analistas e servidores administrativos da educação estadual. Essa medida, que estava congelada há 27 anos, permitirá que os profissionais da educação possam progredir em suas carreiras com base no desempenho e na qualificação, reconhecendo e valorizando o esforço e o comprometimento dos educadores.
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