Lula e o Filho Lulinha. Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou as citações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no escândalo do INSS. (Veja vídeo abaixo)
Ao falar sobre o assunto, Lula afirmou que tratou do tema diretamente com o filho assim que o nome dele veio a público e defendeu que qualquer suspeita seja investigada com seriedade.
Segundo o presidente, ele deixou claro que, caso houvesse alguma irregularidade, o próprio filho deveria responder pelos atos. Lula ainda afirmoou que adota a mesma postura em relação a si próprio e que não deve haver interferência nas apurações.
“Quando saiu o nome do meu filho, eu o chamei para conversar. Eu digo isso a todo mundo: olhei nos olhos do meu filho e falei: ‘Olha, só você sabe a verdade. Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, vai pagar o preço de ter feito alguma coisa. Se não tiver, vai se defender", disse Lula.
Vídeo:
A Polícia Federal (PF) investiga citações ao nome de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no contexto das apurações sobre um esquema bilionário de desvios envolvendo salários de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo a PF, menções diretas e indiretas a Lulinha surgiram a partir de depoimentos e de materiais apreendidos durante operações de busca e apreensão realizadas no curso das investigações, que ainda estão em andamento.
Os investigadores apuram a suspeita de que Lulinha teria mantido uma sociedade oculta, por meio de uma empresária identificada como Roberta, com Antonio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais envolvidos no esquema.
Os materiais recolhidos nos endereços ligados a Roberta seguem sob análise da Polícia Federal. A defesa da empresária nega qualquer atuação dela como intermediária entre o filho do presidente e o investigado.
De acordo com fontes da PF, a apuração é considerada um procedimento “natural” e “faz parte de qualquer inquérito”.
Os agentes explicam que, sempre que uma pessoa é citada em depoimentos ou aparece em documentos apreendidos, é necessário verificar se existem indícios mínimos que confirmem as suspeitas. Neste momento, a Polícia Federal avalia se as menções a Lulinha justificam o aprofundamento das investigações.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues afirmou, em dezembro de 2025, que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.
“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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