Os suspeitos deixaram o DHPP por volta das 8h45. Durante a saída, o homem de 28 anos afirmou não ter participação no crime, enquanto o outro permaneceu em silêncio.
Suspeitos saindo do DHPP e seguindo para audiência. Foto: Redes Sociais/@emersonfreitasoficial/Reprodução
Os dois homens suspeitos de envolvimento na morte de Ester Izabelly Pereira da Silva, de 4 anos, deixaram na manhã desta quarta-feira, 22 de outubro, a sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife. (veja vídeo abaixo)
Eles foram conduzidos ao Fórum de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, onde passarão por audiência de custódia.
Os suspeitos, de 28 e 31 anos, deixaram o DHPP por volta das 8h45. Durante a saída, o homem de 28 anos afirmou não ter participação no crime, enquanto o outro permaneceu em silêncio.
Após o corpo de Ester Izabelle, de 4 anos, ser encontrado dentro de uma cacimba em uma casa no bairro do Pixete, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, ele foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, onde passará por exames periciais para determinar causa da morte e horário, e se houve abuso sexual, tendo em vista que a polícia encontrou um preservativo próximo do poço raso.
Além disso, a vítima foi encontrada quase despida e manchada com fezes. Segundo apurações preliminares, a criança teria defecado, sendo um sinal para o abuso ter sido cometido.
Objetos supostamente utilizados em rituais religiosos também foram encontrados na área onde o corpo foi localizado.
As informações foram repassadas pelo delegado Sérgio Ricardo, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), poucas horas após a descoberta do corpo. A criança foi encontrada de cabeça para baixo, dentro da água, em uma cacimba com 3,7 metros de profundidade, situada no bairro do Pixete.
De acordo com o delegado, um homem que reside no imóvel onde estavam os objetos foi levado para prestar esclarecimentos à polícia.
O delegado informou ainda que o corpo da menina apresentava sinais de espancamento na cabeça e que não está descartada a hipótese de crime sexual.
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A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O magistrado destacou que a identidade de gênero constitui um direito fundamental e não depende de alteração no registro civil.
Recomendação ao COMDICA estabelece prazos para que entidades detalhem gastos, salários e prestação de contas de projetos.
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