Rodrigo Carvalheira. Foto: Divulgação
O empresário pernambucano Rodrigo Dib Carvalheira passou a responder a um terceiro processo por estupro de vulnerável que tramita na Justiça.
De acordo com a denúncia, a vítima afirma ter sido abusada pelo acusado em duas ocasiões distintas, uma em Fernando de Noronha e outra no Recife, entre os anos de 2018 e 2019.
A primeira audiência de instrução do caso ocorreu na sexta-feira (6), na 17ª Vara Criminal do Fórum Joana Bezerra, no Centro do Recife.
A sessão foi realizada de forma híbrida, com a presença da vítima no tribunal, enquanto o empresário e os advogados de defesa participaram por videoconferência.
Além deste processo, outras duas mulheres também denunciaram Rodrigo Carvalheira por estupro. Segundo os relatos, as vítimas, que eram amigas do acusado, teriam recebido comprimidos e acordado no dia seguinte com indícios de abuso sexual. Um desses casos tramita na Vara da Infância, uma vez que a vítima era menor de idade à época dos fatos.
A audiência teve duração aproximada de três horas. Durante a sessão, a juíza responsável ouviu o depoimento da vítima e de duas testemunhas indicadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
Uma nova audiência ainda será agendada para a oitiva das demais testemunhas e do réu. Após essa etapa, o processo seguirá para a fase de diligências e alegações finais da acusação e da defesa, antes da decisão judicial.
Rodrigo Dib Carvalheira foi condenado, em novembro do ano passado, a 12 anos de prisão por estupro, em um dos três processos criminais que responde na Justiça.
De acordo com os relatos das vítimas, que eram amigas do acusado, Rodrigo teria oferecido comprimidos, após o que elas acordaram no dia seguinte com sinais de estupro.
O caso julgado foi um dos primeiros a vir à tona em 2024, quando Carvalheira foi preso sob acusação de abuso sexual e violência contra mulheres.
Ele foi detido em abril, solto quatro dias depois e voltou à prisão em junho, permanecendo detido por cinco meses. Desde então, responde aos processos em liberdade, monitorado por tornozeleira eletrônica.
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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