20 de novembro de 2023 às 18:10
O diretor do Sindicato dos Vigilantes e Empregados de Empresas de Transportes de Valores e Escolta Armada do Estado de Pernambuco (Sindforte-PE ) Lupércio Liberato denunciou ao Ministério Público do Trabalho (MPT), o atual presidente, Cláudio Mendonça, e o diretor financeiro do órgão, Alberto, por supostos crimes de roubo e falsidade ideológica.
Segundo Liberato, a medida se deu após falta de transparência do gestor e que vários trabalhadores investigaram e acharam irregularidades após investigação sobre o pagamento de R$ 519,29 relacionados à uma ação judicial no MPT contra a empresa Brinks Transportadora de Valores, referente aos tickets de alimentação retroativos no ano de 2018.
De acordo com a ação, a empresa repassou ao Sindforte R$ 89.837,17 para pagamento dos trabalhadores associados e não associados, num total de R$ 519,29 para cada um dos 173 trabalhadores da empresa Brinks.
“É inaceitável que o atual presidente, prestes a findar o mandato, não tenha feito nenhuma prestação de contas. Nós pedimos a prestação de contas para antes das eleições, pois a categoria precisa saber como está sendo administrado o dinheiro do sindicato ”, afirma Lupércio Liberato.
Liberato ainda denunciou que há assinaturas em duplicidade, revelando suspeita de irregularidade da gestão.
"Cada trabalhador deveria receber o valor de R$ 519,29, inclusive os nomes de vários trabalhadores constam assinados, mas, a verdade é que não foi pago nada e há assinaturas em duplicidade, mostrando as várias irregularidades da gestão. Os pagamentos começaram a ser feitos de forma fraudulenta em 2020".
Em audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT 6a Região), o procurador José Laízio Pinto Júnior determinou um prazo de até 20 dias, a partir do dia 30 de outubro de 2023, para que o sindicato comprovasse todos os pagamentos já feitos após a identificação do equívoco e a listagem daqueles já identificados como beneficiários do pagamento, mas que ainda se encontram pendentes, podendo ser feito através de uma listagem única com identificação de “pago” e “a pagar” nas colunas da planilha.
Segundo os reclamantes, a denúncia feita no MPT surtiu efeito, pois a gestão, depois de dois anos, convocou os trabalhadores para o pagamento dos valores a serem recebidos.
Mas houve reclamações de que muitas pessoas ainda não receberam e estão constando com o nome assinado e precisam receber seus valores.
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