Momentos após turista ser baleado e morto em praia de Porto de Galinhas. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O homem de 21 anos, suspeito de atirar e matar Rafael Ventura Martins, o turista de 32 anos, foi liberado após prestar esclarecimentos. A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) informou que a soltura ocorreu porque não havia situação de flagrante nem mandado de prisão expedido contra o suspeito.
O homicídio foi registrado no dia 4 de janeiro, no restaurante Caldinho do Nenen, localizado em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito compareceu espontaneamente à delegacia na tarde da quinta-feira, 15 de janeiro, acompanhado de advogada, e afirmou ter sido o responsável pelo disparo que resultou na morte do turista.
A corporação informou ainda que o inquérito policial continua em andamento, com a coleta de depoimentos e demais diligências necessárias para o esclarecimento do caso e eventual responsabilização dos envolvidos, conforme prevê a legislação.
Em entrevista concedida à televisão, o suspeito afirmou que conhecia a vítima havia alguns meses e relatou que teria emprestado uma quantia em dinheiro que não foi devolvida. Ele disse que passou a acompanhar Rafael pelas redes sociais e soube que, no dia do crime, o turista estaria no restaurante onde ocorreu o homicídio.
Segundo o relato, ele foi ao local acompanhado de amigos e aguardava uma oportunidade para cobrar a suposta dívida fora do estabelecimento. Após um desentendimento envolvendo a vítima, decidiu se aproximar da mesa para tratar do assunto.
“Quando fui pedir o dinheiro, ele fez um gesto como se fosse puxar algo da cintura. Naquele momento, pensei apenas em me defender”, afirmou.
O jovem também declarou que a arma utilizada não era de sua propriedade e que teria sido levada por questão de proteção. Ele confirmou ainda que havia ingerido bebida alcoólica e disse que toda a situação aconteceu de forma rápida.
“Eu não fui até lá com a intenção de tirar a vida dele. Queria apenas receber o que era meu e acabei saindo no prejuízo”, disse.
Após o disparo, o suspeito afirmou que deixou o local em estado de desespero e retornou para casa. Segundo ele, a decisão de se apresentar à polícia ocorreu na quinta-feira.
“Eu sei que errei e vim assumir. Não estou fugindo”, declarou.
3
08:28, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
mais notícias
+