Feito isso é possível que a Direção Nacional do MDB seja obrigada a decretar intervenção na direção do partido no estado nomeando uma comissão interventora.
Raul Henry. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura
A juíza Bruna Araújo Bastos da 6.a Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios acatou nesta quarta-feira, 30 de outubro, o pedido de tutela de urgência dos diretórios municipais do MDB de Bodocó e Paulista e suspender, via liminar, o resultado da Convenção Estadual do MDB de Pernambuco realizada em 24 de maio de 2025 que terminou com a escolha do deputado federal Raul Henry como presidente estadual da legenda. As informações são do Blog Dellas.
Ao pedir a suspensão do resultado, as partes alegaram segundo a juíza com vasta documentação não contestada de forma suficiente pelos diretórios estadual e nacional do MDB irregularidades na eleição do Diretório Estadual que violam o estatuto do partido que atentam contra a lisura do pleito.
Segundo a reportagem, antes de decidir, a juíza explica que ouviu as direções estadual e nacional da legenda e as defesas das duas não foram suficientes para dirimir as questões levantadas pelos Diretórios Municipais representados ensejando a necessidade de suspensão dos efeitos da Convenção até que haja decisão final da Justiça sobre o assunto em tela.
Feito isso é possível que a Direção Nacional do MDB seja obrigada a decretar intervenção na direção do partido no estado nomeando uma comissão interventora.
A ação foi movida no Distrito Federal em função da ação ter arrolado não só a direção estadual do partido mas também a nacional que participou do pleito como observadora.
Raul Henry havia sido reeleito presidente do (MDB em Pernambuco, no dia 24 de maio, com 65% dos votos. Ele venceu a disputa contra o deputado licenciado, Jarbas Filho.
A campanha ficou marcada pela troca de farpas entre os dois candidatos.
Raul contou com o apoio do prefeito de Vitória de Santo Antão, Paulo Roberto Arruda e da deputada federal Iza Arruda, além do ex-senador Fernando Bezerra Coelho e da advogada Adriana Vasconcelos, filha de Jarbas Vasconcelos e irmã de Jarbas Filho.
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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