O MPPE acusou os militares de infligir "sofrimento físico e mental" à cunhada de Alex e a um motorista de aplicativo com o objetivo de obter informações sobre o paradeiro do vigilante, que havia matado dois agentes.
Policiais envolvidos nos homicídios em Camaragibe são promovidos a coronel Policiais envolvidos nos homicídios em Camaragibe são promovidos a coronel
A Vara da Justiça Militar aceitou a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e tornou réus 12 policiais militares pelo crime de tortura pelo caso que ficou conhecido como Chacina de Camaragibe, em 2023.
Os agentes também atualmente sob julgamento por um triplo homicídio duplamente qualificado dos irmãos do vigilante Alex da Silva Barbosa, acusado de assassinar dois PMs no município.
O MPPE acusou os militares de infligir "sofrimento físico e mental" à cunhada de Alex e a um motorista de aplicativo que a transportava para casa, no bairro de Tabatinga, com o objetivo de obter informações sobre o paradeiro do vigilante.
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As identidades das vítimas, que sobreviveram, serão mantidas em sigilo.
Os atos de tortura ocorreram na madrugada de 15 de setembro de 2023, horas depois do assassinato do soldado Eduardo Roque Barbosa de Santana, de 33 anos, e do cabo Rodolfo José da Silva, de 38 anos, que foram a Tabatinga investigar uma denúncia de que Alex estava atirando de uma laje.
Ao chegarem ao local, os policiais se envolveram em um tiroteio com o vigilante, que supostamente usou Ana Letícia Carias da Silva, de 19 anos, como escudo humano.
Os dois PMs foram mortos e Alex fugiu. Ana, que faleceu semanas depois no IMIP, e seu primo de 14 anos, que foi ferido mas sobreviveu, foram também vítimas desse confronto.
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