Pablo Marçal. Foto: Reprodução/Redes Sociais
O coach Pablo Marçal (PRTB) se tornou réu acusado de ter colocado a vida de pelo menos 32 pessoas em risco durante uma expedição ao Pico dos Marins, em Piquete, São Paulo, em janeiro de 2022.
Na época, Marçal e um grupo de seguidores saíram da base do pico, numa escalada. Durante o trajeto, além de muita chuva e neblina, as pessoas foram expostas ao vento forte e pouca visibilidade.
Segundo a CNN, a juíza Rafaela D'Assumpção Cardoso Glioche destacou que a investigação da polícia tem elementos suficientes para a instauração do processo criminal contra Marçal.
Ele foi denunciado pela Justiça de São Paulo com base no artigo 132 do Código Penal, que trata de expor a vida ou a saúde do outro a perigo de morte.
Pablo Marçal deve ser intimado e apresentar a sua defesa em um prazo de 10 dias. O coach afirmou, por meio de nota enviada à CNN, que a decisão "segue o rito processual regular".
“Esse acordo foi recusado por nossa parte, uma vez que não há qualquer materialidade ou prova que aponte Pablo Marçal como organizador ou responsável pelo evento. Pelo contrário, todos os depoimentos colhidos indicam que se tratava de uma caminhada entre amigos, sem qualquer organização formal”, diz o advogado Tassio Renam.
No dia 25 de abril deste ano, Pablo Marçal recebeu a segunda condenação na Justiça Eleitoral de São Paulo. A decisão o acusa de abuso de poder econômico, captação ilícita de recurso e uso indevido de meio de comunicação social durante a campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024, além de multa de R$ 420 mil. Ele pode recorrer.
O atual caso, movido pelo PSB, envolve o canal de Marçal na rede social Discord durante a eleição. Na plataforma de mensagens, Marçal organizou campeonatos com prêmios em dinheiro para usuários que gerassem o maior número de visualizações de conteúdo em seu favor, oferecendo ao menos R$ 125 mil.
Procurado, o empresário afirmou que a "decisão é temporária".
"Cumprimos todos os requisitos legais durante a campanha. Confio na Justiça e estou certo de que vamos reverter", acrescenta.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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