Janja da SIlva. Foto: Antonio Cruz
A primeira-dama Janja da Silva cobrou urgência na regulamentação das redes sociais após a morte de Sarah Raissa Pereira de Castro, de 8 anos, no Distrito Federal. A menina faleceu no domingo, 13 de abril, ao inalar desodorante aerossol durante um desafio promovido pela internet. Janja se manifestou sobre o caso por meio de uma publicação no Instagram na última terça-feira (15).
"Ela morreu devido a um desafio ignorante, feito pelas redes sociais. A gente precisa pensar e repensar que mundo é esse que a gente está construindo. A gente tem uma série de temas importantes que precisam de votação no Congresso Nacional. Mas tem esse que é urgente, urgentíssimo: a regulamentação das redes sociais", afirmou a primeira-dama.
Segundo a tia de Sarah, o desafio circulava na rede social TikTok e incentivava crianças e adolescentes a inalar desodorante spray pelo maior tempo possível.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o caso por meio da 15ª Delegacia de Polícia. O delegado Ataliba Neto abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da morte e identificar possíveis responsáveis pela divulgação do chamado “desafio do desodorante”.
A criança deu entrada em um hospital público na quinta-feira (10) com parada cardiorrespiratória. Equipes médicas tentaram reanimá-la por cerca de 60 minutos, mas ela não apresentou reflexos. A equipe médica constatou morte cerebral no mesmo dia e, no domingo (13), confirmou oficialmente o óbito após uma série de exames.
A trend viral do "Desafio do Desodorante", nas redes sociais, ceifou a vida de duas garotas, Brenda Sophia Melo de Santana, de 11 anos, no dia 9 de março, no Agreste de Pernambuco e, a mais recente, Sarah Raíssa Pereira de Castro, 8 anos, no Distrito Federal, após inalarem o gás de desodorante aerossol.
O delegado-chefe da 15ª DP, João Ataliba Neto, afirma que o responsável pela publicação do desafio poderá responder pelo crime de homicídio duplamente qualificado (através de meio que pode causar perigo comum e por ter sido praticado contra menor de 14 anos de idade), cuja pena pode alcançar os 30 anos de prisão.
“Se ficar comprovado que ela acessou isso, a rede social por meio da qual ela assistiu ao vídeo também será oficiada, para que consigamos mais informações acerca do criador das imagens”, disse o delegado-adjunto Walber Lima.
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