Segundo levantamento, a entidade recebeu cerca de R$ 11,4 milhões para realização das projeções no total. O principal contratante das empresas foi o Grupo Globo.
07 de outubro de 2022 às 10:13
O Ipec foi o instituto que mais faturou na campanha eleitoral. Foram R$ 11,4 milhões. As informações são do site O Antagonista. O principal contratante foi o Grupo Globo, que também encomendou pesquisas ao Instituto Datafolha em parceria com o grupo Folha da Manhã. As duas empresas gastaram outros R$ 3,4 milhões com projeções eleitorais. O Datafolha estaria em segundo lugar no ranking das pesquisas que mais faturaram, seguido da Quaest Pesquisas Confira abaixo a lista dos institutos de pesquisa que mais faturaram:
Na quarta-feira (5), o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar institutos de pesquisa alcançou as 27 assinaturas necessárias e poderá ser instalado no Senado. De autoria do senador Marcos do Val (Podemos-ES), a ideia é “aferir as causas das expressivas discrepâncias” entre os resultados das pesquisas de intenção de votos e os resultados das urnas das eleições do último domingo (2). Leia mais: >>> Senador afirma ter assinaturas necessárias para CPI de investigação dos institutos de pesquisa eleitorais
O presidente Jair Bolsonaro (PL) reagiu aos dados divulgados pela nova pesquisa do Ipec, na quarta-feira, 5 de outubro. O chefe do Executivo deu declarações durante uma transmissão ao vivo, nas redes sociais. O presidente disse que “recomeçou a palhaçada” dos institutos. O Ipec divulgou, na noite da quarta (5), sua mais nova pesquisa eleitoral, que é o primeiro levantamento deste segundo turno das eleições. De acordo com o instituto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 51% das intenções de voto, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) teria 43%. Da redação do Portal com informações do Pleno News
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O contrato da segunda etapaprevê investimento de aproximadamente R$ 18,8 milhões, valor superior ao da primeira etapa, estimada em cerca de R$ 7 milhões.
O resultado foi o mais elevado desde o trimestre terminado em maio de 2025, quando estava em 6,2%.
Esta foi a primeira vez em mais de 130 anos que o nome de um indicado a ministro do STF é rejeitado.
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