Lula ao lado de uma carteira de trabalho digital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados que constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou perto do teto das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de piso de 5,9% a teto de 6,2%, com mediana de 6%.
A taxa de desemprego no País voltou a subir, passando de 5,8% no trimestre terminado em fevereiro para 6,1% no trimestre encerrado em março. O resultado foi o mais elevado desde o trimestre terminado em maio de 2025, quando estava em 6,2%.
Porém, a taxa de desocupação está no patamar mais baixo para trimestres encerrados em março em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,0%.
Estadão Conteúdo
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As mulheres apareceram como as principais interessadas: 41% responderam ter "algum" ou "muito" interesse, contra 22% dos homens.
Segundo a agência, a medida se deu por conterem ingredientes que não passaram por avaliação de segurança.
Como a imunização é aplicada em duas doses, a proteção completa só é adquirida após a segunda, que deve ser tomada três meses depois da primeira.
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