Lula ao lado de uma carteira de trabalho digital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados que constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou perto do teto das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de piso de 5,9% a teto de 6,2%, com mediana de 6%.
A taxa de desemprego no País voltou a subir, passando de 5,8% no trimestre terminado em fevereiro para 6,1% no trimestre encerrado em março. O resultado foi o mais elevado desde o trimestre terminado em maio de 2025, quando estava em 6,2%.
Porém, a taxa de desocupação está no patamar mais baixo para trimestres encerrados em março em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,0%.
Estadão Conteúdo
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O ministro da Fazenda destacou que o reajuste valerá também para a Previdência e benefícios sociais indexados ao piso e negou qualquer desvinculação.
O longa ainda depende de certificado da agência para ser exibido nos cinemas brasileiros.
Em março deste ano, o Grupo 3corações, do segmento de cafés, anunciou a aquisição de ativos e das operações da marca no Brasil.
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