Humberto Costa, Eduardo da Fonte, Marília Arraes e Miguel Coelho. Fotos: Divulgação
A disputa pelas vagas ao Senado em Pernambuco ganhou novos contornos nesta segunda-feira, 22 de dezembro, com a divulgação de uma rodada de pesquisas da Paraná Pesquisas que mediu as intenções de voto do eleitorado.
No primeiro cenário testado, o senador Humberto Costa (PT) aparece com 38,0% das intenções de voto. Em seguida surge Miguel Coelho (União Brasil) com 30,0%. Logo atrás, aparecem Gilson Machado (PL) com 20,2%, e Anderson Ferreira (PL) com 19,7%. Fernando Dueire (MDB) soma 7,5%, enquanto Jô Cavalcante (PSOL) registra 4,5%. Nesse cenário, 6,5% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar, e 19,9% declararam voto branco ou nulo.
A segunda simulação mantém Humberto Costa na liderança, agora com 38,5%. Eduardo da Fonte (PP) aparece em segundo lugar com 26,3%. Gilson Machado surge novamente em posição competitiva, com 21,4%, seguido por Silvio Costa Filho (Republicanos), que alcança 18,0%. Fernando Dueire mantém desempenho semelhante, com 7,7%, enquanto Jô Cavalcanti cresce levemente e chega a 5,4%. Os eleitores que disseram não saber em quem votar somam 7,1%, e os votos brancos e nulos atingem 21,5%.
No terceiro cenário apresentado pela Paraná Pesquisas, o quadro sofre uma alteração com a inclusão de Marília Arraes (Solidariedade). Ela assume a liderança com 40,4% das intenções de voto, superando Humberto Costa, que aparece logo atrás com 36,4%. Eduardo da Fonte figura em seguida, com 24,7%, enquanto Gilson Machado marca 20,4%. Fernando Dueire registra 6,6%, e Jô Cavalcanti soma 4,4%. Neste cenário, 5,4% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar, e 16,3% disseram que poderiam votar em todos os nomes apresentados.
A pesquisa ouviu 1.502 eleitores em 61 municípios de Pernambuco, entre os dias 14 e 18 de dezembro de 2026. Os números mostram um quadro competitivo, com variações relevantes conforme os nomes apresentados, além de índices elevados de votos brancos, nulos e indecisos.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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