Alexandre Silveira informou que, se for implementado, será após um intervalo mínimo de 20 dias para o planejamento dos setores afetados, sem impacto no segundo turno das eleições.
Horário de Verão. Foto: FDR
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nesta sexta-feira, 11 de outubro, que a volta do horário de verão ocorrerá necessariamente neste ano se o País enfrentar risco de suprimento de energia elétrica.
Por outro lado, sem esse risco, Silveira declara que será avaliado o "custo-benefício" da política, em diálogo com diferentes setores afetados.
Ele também reforçou que a decisão sobre o retorno do horário de verão será na semana que vem.
Se for implementado, será após um intervalo mínimo de 20 dias para o planejamento dos setores afetados, sem impacto no segundo turno das eleições, segundo ele.
"Nós estamos tendo todo o cuidado, toda a serenidade. O resumo da ópera é o seguinte: se houver risco energético, não interessa outro assunto a não ser fazer o horário de verão. Se não houver risco energético, será um custo-benefício que eu terei a tranquilidade, a serenidade e a coragem de decidir a favor do Brasil", declarou, em evento do grupo Esfera Brasil, em Roma, na Itália.
O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que nas últimas semanas houve debates com diferentes setores, incluindo as companhias aéreas.
A decisão sobre horário de verão será "técnica e com sensibilidade social e política", disse também o ministro.
Silveira voltou a mencionar que não há "problema energético" no Brasil, no período da seca, em função de medidas preventivas adotadas.
Ele cita como exemplo a diminuição da vazão de Jupiá e Porto Primavera. Foram preservadas mais de 11% de água doce nos reservatórios, segundo o ministro.
Estadão Conteúdo
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O senador recebeu 52,71% dos votos válidos, o equivalente a 28.844 votos. O petista, por sua vez, teve 40,11%, com 21.949 votos.
O presidente questionou as propostas de corte fiscal apresentadas pela campanha de Flávio. "Toda vez nesse País que se fala em dureza fiscal, o que está em jogo é a política de inclusão social", declarou.
O senador terminou o primeiro turno com 2.224.965 votos a mais que o petista, uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado, os dois candidatos avançam para o segundo turno.
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