Alexandre Silveira informou que, se for implementado, será após um intervalo mínimo de 20 dias para o planejamento dos setores afetados, sem impacto no segundo turno das eleições.
Horário de Verão. Foto: FDR
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nesta sexta-feira, 11 de outubro, que a volta do horário de verão ocorrerá necessariamente neste ano se o País enfrentar risco de suprimento de energia elétrica.
Por outro lado, sem esse risco, Silveira declara que será avaliado o "custo-benefício" da política, em diálogo com diferentes setores afetados.
Ele também reforçou que a decisão sobre o retorno do horário de verão será na semana que vem.
Se for implementado, será após um intervalo mínimo de 20 dias para o planejamento dos setores afetados, sem impacto no segundo turno das eleições, segundo ele.
"Nós estamos tendo todo o cuidado, toda a serenidade. O resumo da ópera é o seguinte: se houver risco energético, não interessa outro assunto a não ser fazer o horário de verão. Se não houver risco energético, será um custo-benefício que eu terei a tranquilidade, a serenidade e a coragem de decidir a favor do Brasil", declarou, em evento do grupo Esfera Brasil, em Roma, na Itália.
O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que nas últimas semanas houve debates com diferentes setores, incluindo as companhias aéreas.
A decisão sobre horário de verão será "técnica e com sensibilidade social e política", disse também o ministro.
Silveira voltou a mencionar que não há "problema energético" no Brasil, no período da seca, em função de medidas preventivas adotadas.
Ele cita como exemplo a diminuição da vazão de Jupiá e Porto Primavera. Foram preservadas mais de 11% de água doce nos reservatórios, segundo o ministro.
Estadão Conteúdo
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Além disso, a chefe do Executivo estadual entregou dois ônibus escolares, autorizou licitação para requalificação de mais de 20 ruas do município.
Entre os critérios que deverão ser considerados na definição da convivência estão as condições de moradia, o cuidado com o animal e a disponibilidade de tempo de cada tutor.
Relator Alexandre de Moraes votou a favor da categoria; decisão em repercussão geral impactará redes públicas de todo o país.
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