Oscar Schmidt faleceu aos 68 anos. (Fotos: Reprodução/ Redes Sociais)
O presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) decretou luto oficial de três dias pela morte do jogador de basquete Oscar Schmidt, o maior nome do esporte no Brasil, morto na sexta-feira, 17 de abril, aos 68 anos. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU)
Logo após o anúncio da morte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em viagem na Espanha, homenageou Schmidt no X. Segundo o presidente, o jogador elevou o nome do País e se tornou uma inspiração para gerações de atletas.
"Oscar Schmidt, o 'Mão Santa', foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção", declarou o presidente.
Oscar Schmidt morreu na sexta-feira em Santana do Parnaíba (SP), após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa, em Alphaville. Ele chegou ao Hospital Municipal Santa Ana já sem vida. Ele deixa a mulher, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie. O velório será restrito a familiares.
Estadão Conteúdo
O ex-jogador e ídolo do basquete brasileiro Oscar Schmidt foi cremado na noite da sexta-feira, 17 de abril, em São Paulo, vestindo a camisa da Seleção Brasileira de Basquete, um pedido feito ainda em vida e atendido pela família. A despedida ocorreu em uma cerimônia reservada, restrita a parentes e amigos próximos.
O corpo saiu do Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na região metropolitana paulista, já com o uniforme que marcou sua trajetória histórica nas quadras.
Em nota divulgada nas redes sociais, a família agradeceu as manifestações de carinho e solidariedade, destacando que a despedida ocorreu de forma discreta.
“A família agradece, com carinho, todas as mensagens de apoio, força e solidariedade. A despedida foi realizada de forma discreta, apenas entre parentes próximos. Pedimos respeito e privacidade neste momento”, diz o comunicado.
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A manifestação em vídeo foi uma resposta direta a uma reportagem publicada no mesmo dia pelo site The Intercept Brasil.
Apesar disso, segundo pessoas próximas ao ministro, a reunião teve caráter protocolar e não envolveu discussões sobre processos em tramitação no Supremo.
Para o atual calendário, os valores varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados do ano-base de 2024.
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