TV Globo Foto: Reprodução
Empresas de mídia estão entre os setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos, medida que permitiu uma economia de pelo menos R$ 484,8 milhões ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entre janeiro e agosto de 2024. Desse montante, cerca de R$ 173,3 milhões correspondem a empresas do Grupo Globo, maior conglomerado de comunicação do Brasil.
As empresas ligadas à família Marinho foram responsáveis por 35,74% das isenções concedidas ao setor de mídia, jornalismo e editoração.
Segundo levantamento do Poder360, a Globo Comunicação e Participações S/A lidera o grupo com R$ 150 milhões de desonerações.
Outras empresas do grupo também se beneficiaram:
A desoneração da folha salarial é uma política que reduz os encargos pagos pelas empresas ao INSS, permitindo que substituam a contribuição patronal de 20% sobre a folha por um percentual aplicado sobre o faturamento bruto.
A medida foi criada com o objetivo de estimular a geração de empregos, mas é alvo de debates sobre seu impacto fiscal.
As isenções do setor de comunicação ocorrem em um contexto de ampliação do benefício, que foi renovado para 17 setores da economia até 2027, conforme sancionado pelo governo federal.
Enquanto isso, a discussão sobre a eficácia e os custos da política segue em destaque no cenário político e econômico do país.
Desde que o presidente Lula retornou à presidência do Brasil, em 2023, a Rede Globo recebeu mais dinheiro da Secretaria de Comunicação do que em quatro anos de governo Bolsonaro.
Até o momento, a emissora embolsou R$ 177,2 milhões em publicidade do Governo Federal, valor que ultrapassa os R$ 177 milhões destinados à empresa durante a gestão anterior, entre os anos de 2019 e 2022.
Os dados levantados abrangem o período de janeiro a outubro de cada ano. Neste ano, a Globo acumulou R$ 87,2 milhões, superando os R$ 86,3 milhões recebidos em 2022, o ano em que o governo Bolsonaro mais investiu na emissora.
1
3
22:27, 08 Set
26
°c
Fonte: OpenWeather
Candidata ao Senado apresentou propostas durante sabatina da Fiepe e destacou articulação política para defender interesses do Estado.
Para o órgão, a medida representa uma interferência nas prerrogativas do presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal.
Débora, que é baiana e mora em Paulínia, no interior de São Paulo, concluiu capacitações nas áreas de marketing e planejamento.
mais notícias
+