O ex-presidente foi preso preventivamente na manhã deste sábado, 22 de novembro, após Alexandre de Moraes alegar que ele teria tentado romper a tornozeleira eletrônica para fugir.
Gilson Machado sobre prisão de Bolsonaro: "não precisa ser iluminado para ver o que está acontecendo Fotos: Reprodução / Redes Sociais e Valter Campanato/Agência Brasil
O ex-ministro do turisrmo do governo Bolsonaro, Gilson Machado, comentou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em vídeo divulgado neste sábado, 22 de novembro, poucas horas após a prisão. Ele afirmou que recebeu a informação ao acordar e que um dos assessores com quem conversou relatou se tratar de uma prisão preventiva.O ex-ministr
Segundo Gilson, a medida poderia estar relacionada a um vídeo divulgado no dia anterior pelo senador Flávio Bolsonaro, que convocava uma vigília. O ex-ministro disse ainda que "não precisa ser iluminado intelectualmente para acordar para o que está acontecendo com o país".
"Acabo de acordar agora, e a notícia que eu recebo é a da prisão do presidente Bolsonaro. O segundo assessor que falou comigo disse que é uma prisão preventiva, que talvez tenha sido gerada até por um vídeo que foi solto ontem, de Flávio, pedindo para fazer vigília. Mas não vem ao caso. Você sabe que dia é hoje? 22, em um sábado de manhã. E aí, minha gente, não precisa ser iluminado intelectualmente para acordar para o que está acontecendo com o meu país, com o seu país."
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente nas primeiras horas desse sábado, 22 de novembro, e segundo o ministro Alexandre de Moraes, o motivo de sua decisão está ligado à possível tentativa de aliados do ex-presidente de atrapalhar a fiscalização da prisão domiciliar.
Segundo divulgado pela CNN, Bolsonaro ainda teria tentado romper com a tornozeleira eletrônica para "garantir êxito em sua fuga".
No despacho emitido na data, Moraes apontou que a convocação de uma “vigília” organizada por apoiadores de Bolsonaro poderia ter como finalidade obstruir o trabalho da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal, responsáveis pelo cumprimento das medidas impostas.
O ministro destacou ainda que o conteúdo divulgado por aliados “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro (…) com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares”.
Moraes também mencionou a participação do senador Flávio Bolsonaro em um vídeo que reforçava a mobilização, afirmando que as declarações do parlamentar tinham “caráter beligerante” contra o Poder Judiciário e reiteravam a narrativa falsa de perseguição ou de uma suposta “ditadura” do STF.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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