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Gilson Machado acusa "falsos da direita" de servirem a Lindemberg Farias (PT); confira

Ex-ministro do Turismo e Cultura de Bolsonaro nega campanha antecipada e acusa oposição de criar "cortina de fumaça".

Portal de Prefeitura

21 de fevereiro de 2026 às 11:38   - Atualizado às 11:52

GIlson Machado, Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro.

GIlson Machado, Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Foto: Portal de Prefeitura/Beto Dantas

O ex-ministro Gilson Machado rebateu acusações de campanha antecipada para o pré-candidato Flávio Bolsonaro e afirmou que algumas figuras que se dizem de direita estariam, na verdade, servindo a interesses do líder do PT, Lindemberg Farias. Segundo Machado, a estratégia dessas pessoas seria criar polêmica e ataques contra ele, desviando o foco de questões legais sobre a propaganda eleitoral.

Ele reforçou que todas as ações tomadas, inclusive a distribuição de adesivos durante o Carnaval, seguiram orientação do departamento jurídico eleitoral e não configuram ilegalidade ou favorecimento antecipado a qualquer candidato.

“Vocês acham mesmo que eu, que fui ministro do Turismo e Cultura do Brasil, amigo de fé e leal do presidente Bolsonaro, faria algo para prejudicar o seu filho, Flávio? Pelo amor de Deus, viajante”, disse o ex-ministro.

Ele acrescentou que todas as ações tomadas foram consultadas com o departamento jurídico eleitoral, garantindo que não houve irregularidades.

Machado afirmou que as acusações funcionam apenas como uma “cortina de fumaça” criada pela oposição para desviar a atenção da opinião pública sobre o uso de verbas públicas em campanhas eleitorais de terceiros. 

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O ex-ministro detalhou que os adesivos distribuídos durante o Carnaval foram feitos por apoiadores, sem uso de dinheiro público, e não continham qualquer menção explícita a Flávio Bolsonaro como candidato. Machado destacou que, de acordo com a legislação eleitoral, ações que não envolvem promoção pessoal de pré-candidatos e não utilizam recursos públicos não configuram propaganda antecipada.

Ele ainda questionou a motivação das acusações, afirmando que alguns grupos de direita estariam sendo manipulados para atacar sua imagem, enquanto “falsos aliados” seriam responsáveis por espalhar denúncias infundadas.

Críticas à oposição e defesa do alinhamento com Bolsonaro

Gilson Machado reforçou sua lealdade ao presidente Jair Bolsonaro e defendeu que não faria nada que prejudicasse Flávio Bolsonaro. Ele também criticou a atuação de Lindenberg Farias (PT), que segundo ele, teria distribuído acusações sem fundamento e tentado criar conflito dentro do segmento político conservador.

“O propósito é claro: desviar a atenção do uso de recursos públicos em campanhas próprias e criar polêmica sem base legal”, afirmou. Machado concluiu ressaltando que suas ações sempre seguiram a legislação vigente e que continuará colaborando com órgãos competentes para esclarecer qualquer questionamento.

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