General Heleno. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira, 11 de setembro, o general da reserva e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, a 21 anos de prisão em regime inicial fechado.
A decisão faz parte do julgamento da ação que investigou a participação de militares e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro em um plano para tentar dar um golpe de Estado após as eleições de 2022.
Além da pena de prisão, General Heleno foi condenado a 84 dias-multa, cada um no valor de um salário mínimo. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, sugeriu a dosimetria levando em consideração a idade avançada do general como fator atenuante, mas ressaltou a gravidade dos crimes.
O voto de Moraes foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Já o ministro Luiz Fux se posicionou pela absolvição e, por isso, não participou da fase de definição da pena.
Um dos pontos mais delicados da condenação envolve o fato de Augusto Heleno ser militar da reserva. Pela Constituição, condenações criminais podem acarretar a perda da patente e das honras militares, decisão que deverá ser avaliada pelo Superior Tribunal Militar (STM). Caso seja confirmada, o general pode perder direitos e prerrogativas que ainda mantém como oficial.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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