Flávio Bolsonaro: 'Maduro é exemplo de como um regime autoritário pode destruir uma nação' Foto: Alessandro Dantas/PT no Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em sua conta na rede social X que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, utilizava o país como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países, e que seu governo é um exemplo de como um regime autoritário pode destruir uma nação Maduro foi preso pelo exército dos Estados Unidos em ataque durante a madrugada deste sábado, 3.
"A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário", afirmou.
O senador disse ainda que o resultado do governo de Maduro é uma tragédia humanitária, com "colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver", disse, ao acrescentar que "hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais."
Flávio Bolsonaro destacou ainda que nada do que está acontecendo no momento é por acaso.
"É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança. Mesmo diante desse cenário devastador, o povo venezuelano resiste", afirmou.
"Nenhuma ditadura é eterna. A liberdade sempre encontra seu caminho. O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade. A Venezuela voltará a ser livre!", finalizou o senador.
Estadão Conteúdo.
1
2
02:56, 15 Abr
25
°c
Fonte: OpenWeather
Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
mais notícias
+