Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução/Instagram.
Uma transmissão ao vivo realizada na tarde deste sábado, 22 de novembromovimentou o cenário político. Após a decretação da prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL) passou a associar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a uma possível teoria da conspiração ligada ao número 22, número do PL, sigla do ex-presidente.
Durante a live, o senador afirmou que a decisão teria sido concluída no dia 21 de novembro, mas publicada no dia 22, data que, segundo ele, reforçaria a ideia de um gesto simbólico por parte do ministro. Flávio também lembrou a multa de R$ 22 milhões aplicada ao PL em 2022, quando o partido apresentou questionamentos sobre as urnas eletrônicas.
Para Flávio Bolsonaro, as coincidências envolvendo o número 22 indicariam uma ação motivada por simbolismo político e não por critérios jurídicos. O senador elevou o tom ao sugerir que Moraes teria utilizado datas e valores de forma proposital.
“Estava pronta desde ontem [a decisão], dia 21. Por que ele quer prender no dia 22? Por que ele dá uma multa de 22 milhões de reais para o partido, quando o Bolsonaro pede para que se investiguem os indícios de problemas que possam ter havido nas eleições do ano de 2022? Ou tem que investigar e dar uma multa de 22 milhões, cheio de simbologias? Isso não é jurídico”, afirmou.
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi informado neste sábado, 22 de novembro, pelo correspondente da RECORD em Washington, Mathias Brotero, sobre a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O líder americano, que estava realizando uma coletiva de imprensa, ficou chateado ao saber da detenção, mas não falou se haveria alguma retaliação à medida.
“Isso é muito ruim”, disse.
O advogado norte-americano Martin De Luca, representante da Trump Media e da plataforma Rumble, criticou neste sábado a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em publicação na plataforma X, De Luca classificou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como "má fé" e um ato de desrespeito à administração de Donald Trump, ocorrendo um dia após os Estados Unidos suavizarem tarifas comerciais sobre o Brasil.
O advogado questionou os fundamentos apresentados para a detenção. Ele citou como "frágil" o argumento de que a residência de Bolsonaro, situada a 13 km da Embaixada dos Estados Unidos, representaria risco de fuga.
Segundo De Luca, a justificativa baseia-se em "geografia e especulação", e não em evidências concretas de atos de obstrução ou plano de escape.
Na decisão, Alexandre de Moraes apontou violação no uso da tornozeleira eletrônica e "elevado risco de fuga". O magistrado mencionou a saída de aliados do ex-chefe do Executivo do país após condenações e a proximidade do condomínio Solar de Brasília com a representação diplomática norte-americana como fatores determinantes para a medida cautelar.
O jurista destacou o momento da operação, realizada horas após o governo norte-americano sinalizar redução nas tarifas. Ele afirmou que a medida judicial escalou o que chamou de "caça às bruxas" e constitui um insulto ao secretário de Estado, Marco Rubio, e ao presidente Donald Trump.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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