Deputado Nikolas Ferreira ao lado do ex presidente Jair Bolsonaro, em manifestação Anistia Já. Foto: Reprodução
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou em suas redes sociais neste sábado, 22 de novembro, que está indo à Brasília para acompanhar e prestar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, após pedido da Polícia Federal.
O parlamentar também afirmou que vai participar de manifestações contra a detenção e "tudo que esteja ao nosso alcance", além de pedir que senadores aliados também façam o mesmo.
"Amanhã cedo já estou me dirigindo à Brasília, acompanhar Jair Bolsonaro de perto, prestar apoio, participar de manifestações e tudo que esteja ao nosso alcance. Que os senadores façam o mesmo", escreveu Nikolas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes expediu neste sábado, 22 de novembro, ordem de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido foi feito pela Polícia Federal.
A decisão ainda não marca o início do cumprimento da pena de reclusão.
Em setembro deste ano, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado por liderar uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no governo.
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado, espaço reservado para autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Michel Temer também ficaram detidos em salas da PF
Em nota oficial, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pelo STF.
Ainda não se esgotarem os recursos disponíveis para a defesa do ex-presidente tentar reduzir a pena ou rever eventuais incongruências na decisão tomada pelos ministros da Primeira Turma.
Os advogados do ex-presidente recorreram da decisão do colegiado sob o argumento de a condenação ter sido baseada em provas frágeis e contradições no acórdão, e que o ex-presidente não teve participação direta nos atos apontados pela acusação.
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A definição ocorreu depois de uma série de conversas entre os dois políticos e integrantes da direção nacional do partido Novo.
O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
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