Edson Fachin, ministro do STF, e Renan Calheiros ao lado de Eduardo Braga. Fotos: Gustavo Moreno/SCO/STF e Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na segunda-feira, 28 de outubro, o arquivamento do inquérito que investigava se os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM) favoreceram a empresa Hypermarcas, atualmente Hypera Pharma, em medidas aprovadas no Senado.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia solicitado o arquivamento por falta de provas consistentes, argumentando que a acusação baseava-se apenas em depoimentos de colaboradores, sem evidências adicionais que corroborassem as alegações.
"Não tendo sido apresentadas provas que justifiquem a instauração do processo criminal, e inexistido perspectivas de obtenção de elemento de prova que corroborem a prática ilícita, a hipótese é de arquivamento do inquérito com relação aos investigados", disse a PGR no parecer.
Em setembro, a Polícia Federal concluiu uma investigação sobre o suposto pagamento de R$ 20 milhões para que os senadores apoiassem incentivos fiscais em favor da Hypermarcas. A apuração, vinculada à Operação Lava Jato, teve como ponto de partida a delação premiada de um ex-diretor da empresa em 2020.
Esse ex-diretor da Hypermarcas revelou que intermediários realizaram os pagamentos de propina com o objetivo de garantir apoio a medidas no Congresso. Em 2019, ele admitiu à PGR que inicialmente omitiu detalhes sobre o envolvimento da empresa e a identidade dos parlamentares beneficiados. Na ocasião, a PGR considerou cancelar o acordo de delação, mas após esclarecimentos, ele foi mantido.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) finalize, em até 90 dias, as investigações sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o fundo de pensão Postalis, responsável pela previdência dos funcionários dos Correios. A apuração investiga o recebimento de propina por meio de contratos fraudulentos.
O inquérito no STF avalia possíveis ligações entre o senador e o lobista Milton Lyra em desvios relacionados a contratos do Postalis.
Lyra, apontado como operador político de senadores do MDB, já foi indiciado em outro inquérito sobre pagamento de propinas a Calheiros, desta vez envolvendo o grupo Hypermarcas.
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A maior parte dos equipamentos está concentrada no Polo 1, no Centro Administrativo Eleitoral do Tribunal, em San Martin, na Zona Oeste do Recife.
Ministro Ribeiro Dantas rejeitou os pedidos da defesa, que questionava a prisão preventiva e as condições de custódia da advogada.
A programação também incentivou as participantes a reconhecerem possíveis alterações no próprio corpo e a buscarem avaliação profissional quando necessário.
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