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Ex-senador preso por estuprar própria filha sai da prisão para cumprir domiciliar

Telmário Mota também é investigado por suspeita de mandar matar sua ex-mulher.

Gabriel Alves

19 de abril de 2025 às 12:43   - Atualizado às 13:11

Ex-senador condenado Telmário Mota.

Ex-senador condenado Telmário Mota. Foto: Divulgação

O ex-senador Telmário Mota deixou a prisão na quinta-feira, 17 de abril, após decisão do desembargador Ricardo Oliveira, da Vara de Execução Penal de Roraima, que autorizou o cumprimento da pena em regime domiciliar por 60 dias. A medida tem base em laudos médicos que apontam problemas de saúde física e mental, incluindo depressão com risco de suicídio.

Telmário foi condenado a oito anos e dois meses de prisão por importunação sexual contra a própria filha. Ele também é investigado por suspeita de mandar matar sua ex-mulher.

Segundo a defesa, o ex-senador enfrenta doenças como hipertensão, artrose, gastrite crônica e problemas cardíacos, além de transtorno depressivo com ideação suicida. Laudos médicos, inclusive de peritos do próprio Tribunal de Justiça de Roraima, atestaram a inadequação do sistema prisional para o tratamento necessário.

Em parecer, o Ministério Público de Roraima se manifestou favoravelmente à prisão domiciliar temporária. A Justiça determinou que Telmário Mota use tornozeleira eletrônica e só deixe a residência com autorização judicial ou para atendimento médico.

“Restou demonstrado que o paciente necessita de acompanhamento médico específico, o qual não vem sendo devidamente ofertado no sistema prisional”, afirmou o juiz.

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Após os dois meses, a Justiça avaliará se os motivos que justificaram o benefício ainda persistem.

Em nota, o advogado Diego Rodrigues, que representa Telmário, comemorou a decisão:

“Caso ele continuasse no sistema, com certeza iria chegar a óbito”, declarou.

Astro acusado de estupro

O cantor Nick Carter, integrante do grupo Backstreet Boys, foi acusado de estupro por uma mulher chamada Laura Penly, que afirma ter contraído infecções sexualmente transmissíveis durante os abusos e desenvolvido câncer no colo do útero como consequência.

Segundo o processo, os crimes teriam ocorrido entre 2004 e 2005, quando Penly tinha cerca de 19 anos. As informações são da People.

De acordo com a denúncia, Penly e Carter mantiveram uma relação íntima durante alguns meses, com encontros em Los Angeles. A jovem relata que, após três relações consensuais, o cantor teria recusado o uso de preservativo, alegando estar "limpo" de doenças.

O processo afirma que os episódios de violência sexual aconteceram no apartamento de Carter, em Hollywood, mesmo após a vítima ter recusado relações sexuais. Ela diz que foi forçada, e depois ouviu que ninguém acreditaria em sua palavra.

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