Ex governador do estado de Nueva Esparta, Alfredo Díaz, e presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Foto: Divulgação
O governo da Venezuela confirmou no sábado, 6 de dezembro, a morte do ex-governador do estado de Nueva Esparta, Alfredo Díaz, enquanto ele estava preso.
As autoridades informaram que Díaz morreu após sofrer um ataque cardíaco. Organizações não governamentais e partidos de oposição já haviam divulgado a informação antes da nota oficial e tratavam o político como um preso político do regime de Nicolás Maduro.
O ministério responsável pelo sistema penitenciário divulgou um comunicado no qual afirmou que Alfredo Díaz estava submetido a um processo judicial com garantia de direitos.
Segundo a nota, o Estado assegurou o cumprimento do ordenamento jurídico venezuelano e respeitou os direitos humanos e a ampla defesa do ex-governador durante o período de detenção. O texto também sustenta que registros audiovisuais e documentais comprovariam essas garantias oferecidas ao político.
No comunicado, o ministério não detalhou o histórico clínico de Alfredo Díaz nem informou se ele recebia acompanhamento médico regular.
A repercussão da morte do ex-governador alcançou o cenário diplomático. Setores da oposição esperam que o episódio aumente a pressão internacional sobre o governo venezuelano, especialmente em um período de questionamentos sobre a condução política do país após as eleições presidenciais. O governo, no entanto, mantém o discurso de que enfrenta uma campanha de desinformação promovida por adversários internos e externos.
A família de Alfredo Díaz ainda não divulgou um posicionamento oficial após a confirmação da morte. Pessoas próximas ao ex-governador vinham cobrando esclarecimentos sobre sua situação legal e de saúde. Até o momento, o governo não informou se haverá investigação independente sobre as circunstâncias do ataque cardíaco.
A morte de um ex-governador sob custódia do Estado amplia o debate sobre a situação dos presos classificados pela oposição como políticos na Venezuela. O episódio também reforça a tensão entre governo e oposição, que segue marcada por denúncias, negações oficiais e forte polarização no discurso público.
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