A declaração da parlamentar acontece após a Primeira Turma do STF tornar o líder da direita brasileira réu por envolvimento na elaboração de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Deputada estadual do PSOL, Dani Portela. Foto: Reprodução/Portal de Prefeitura
A deputada estadual Dani Portela (PSOL) afirmou, enquanto discursava no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que está sentindo falta da “brabeza” do ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de covarde. A declaração da parlamentar acontece após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornar o líder da direita brasileira réu por envolvimento na elaboração de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
“Eu estou sentindo falta de ver aquela brabeza de Bolsonaro, aquele que é o machão, que fez uma filha mulher com uma fraquejada. O que se dizia imbrochável, não para de chorar com medo. Agora ele não chorou na hora de planejar atos golpistas, de planejar a morte do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes. É covarde. Covarde como foi o seu filho, que foi pedir arrego para [Donald] Trump, com medo de ficar aqui, porque é isso muitas vezes que os bolsonaristas são: covardes. Aqueles cães que ladram, ladram, ladram, mas não mordem ninguém. Jair Bolsonaro na prisão, sem anistia para golpista”, reforça Dani.
Confira o vídeo:
O PSOL de Pernambuco está convocando a militância para participar do ato contra a anistia dos envolvidos na tentativa de golpe do 8 de janeiro. A manifestação está marcada para acontecer neste domingo, 30 de março, com concentração no Parque Treze de Maio, às 9h.
O ato é organizado pela Frente Povo Sem Medo, integrada pelo PSOL, e pela Frente Brasil Popular. Samuel Herculano, presidente do partido, afirma que a manifestação servirá para pressionar a responsabilização das pessoas que estão envolvidas nos atos criminosos do 8 de janeiro de 2023
Por unanimidade, os cinco ministros da Primeira Turma do STF tornaram Bolsonaro e outros sete aliados réus por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Os magistrados acompanharam o voto do relator Alexandre de Moraes, que aceitou, na íntegra, a denúncia feita pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Com a decisão, o ex-presidente e os demais denunciados se tornam réus em um processo penal por cinco crimes - organização criminosa armada, golpe de estado, tentativa de abolição violenta do estado democrático, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. As penas em caso de condenação podem chegar a 43 anos de prisão.
Além de Bolsonaro, vão responder ao processo: Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e Casa Civil), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor da Abin), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha) e Mauro Cid (ex-ajudante de ordens de Bolsonaro).
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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