Esquerda fez obstrução no Congresso em 2018. Foto: Reprodução
Nesta semana, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram uma obstrução física no Congresso, bloqueando a pauta legislativa em protesto contra sua prisão domiciliar, com pedidos por anistia e mudanças institucionais
Esse tipo de manifestação no plenário não é novidade na política brasileira. Em 10 de abril de 2018, parlamentares do PT, PSOL, PDT e PCdoB promoveram um ato simbólico de protesto após a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva.
Vestidos com faixas e cartazes com os dizeres "Lula Livre", ocuparam o plenário, cantaram slogans como “Lula, guerreiro do povo brasileiro” e chegaram a se posicionar atrás da Mesa Diretora, suspendendo os trabalhos legislativos.
Dessa forma, a esquerda de 2018 e a direita desta semana reutilizam estratégias de obstrução parlamentar para expressar oposição ao Judiciário e ao governo. Ambas ilustram como táticas de interrupção no plenário tornaram-se uma ferramenta recorrente em momentos de tensão política acentuada.
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"Tocou na igreja, me chamou para a briga. Quando Lula debocha e ataca uma igreja evangélica, ele ataca todas, e eu vou provar para vocês", disse o pastor.
"A democracia se fortalece quando a cidadã e o cidadão têm assegurado o direito de participar da vida pública em um ambiente de liberdade, respeito e segurança", afirmou Nunes Marques.
Presidente participou de caminhada com a candidata ao Senado e a chapa majoritária; diante da multidão, Marília defende um Congresso comprometido com os trabalhadores e a democracia
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