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Escritório da mulher de Moraes vai processar senador por falas sobre PCC

Alessandro Vieira citou suposta circulação de recursos do grupo criminoso para familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ricardo Lélis

17 de março de 2026 às 16:44   - Atualizado às 16:48

Ministro Alexandre de Moraes e esposa, a advogada Viviane Barci, que estão no centro do caso do Banco Master.

Ministro Alexandre de Moraes e esposa, a advogada Viviane Barci, que estão no centro do caso do Banco Master. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O escritório de advocacia Barci de Moraes anunciou na segunda-feira, 16 de março, que vai acionar judicialmente o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por injúria, calúnia e difamação na Justiça estadual de São Paulo, além de pedir indenização por danos morais.

A iniciativa é uma resposta a falas de Vieira em que ele citou a suposta circulação de recursos do Primeiro Comando da Capital (PCC) para familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A banca tem como sócia Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O escritório está no centro de uma série de questionamentos desde que confirmou ter prestado serviços ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025.

O dono da instituição, Daniel Vorcaro, foi preso preventivamente e responde a investigações por fraude financeira na CPI do Crime Organizado e na CPMI do INSS.

Em entrevista ao SBT News, Vieira, relator da CPI do Crime Organizado no Senado, afirmou que apurações em curso indicam pagamentos do PCC a autoridades de diversos poderes, servidores públicos, políticos e pessoas ligadas ao Judiciário.

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"A gente tem informações que apontam circulação de recursos entre esse grupo criminoso e familiares dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Não é razoável dizer agora que essa circulação de recurso é ilícita", disse o senador.

O escritório acusa Vieira de ter vinculado recursos do PCC à firma advocatícia, contratada pelo Banco Master, e classifica as declarações como falsas.

Em nota, Vieira negou ter estabelecido ligação direta entre o PCC e o escritório Barci de Moraes e classificou a ação judicial como tentativa de intimidação.

"O que fiz foi relatar o processo provável de lavagem de dinheiro realizado por um grupo que contratou os serviços do escritório da família Moraes. Não apontei em nenhum momento uma ligação direta entre o PCC e o referido escritório", afirmou.

O senador acrescentou que "as pessoas aparentemente ainda têm dificuldade em compreender que as atividades do Master eram criminosas".

Estadão Conteúdo

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